quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Comédia que retrata o stress urbano reestreia dia 02/10 no Teatro Augusta


"Uma questão de tempo" - Comédia que retrata o stress urbano reestreia no Teatro Augusta

Comédia que brinca com a nossa eterna falta de tempo na cidade grande estreia no próximo dia 02 de outubro 


Perda de tempo no trânsito, a angústia de correr contra o tempo no dia a dia, as irritações de quem precisa conviver com guardadores de carros, o stress do transporte público, a falta de tempo entre os casais e muitas outras situações do desafio de viver numa grande cidade como São Paulo são retratadas em 9 cenas da peça Uma questão de tempo, que retorna ao Teatro Augusta no próximo dia 2 de outubro.

Com dramaturgia de Alberto Guiraldelli e direção de Mônica Granndo, a peça Uma questão de tempo foi escrita a partir das angústias do próprio elenco no seu dia a dia, com a intenção de fazer o público rir do próprio stress. A peça é composta de histórias que tem como fio condutor a relação do ser humano com o tempo. Tempo para relaxar, a linha do tempo de um casal, perda de tempo no trânsito e as mil e uma coisas para se fazer antes de morrer. “Pretendemos mostrar, de forma bem humorada, a angústia do homem contemporâneo por não conseguir lidar com o tempo, afinal em nenhum outro momento da história o homem controlou tanto e teve tantas tecnologias a seu favor. Ironicamente, o tempo, parece correr acelerado contra a nossa vontade”, diz uma das atrizes do elenco, Renata Mazzei.

A peça fica em cartaz de 02 a 25 de Outubro, às sextas (21h30), sábados ( 21h00) e domingos (19h00), na Sala Experimental do Teatro Augusta. O elenco é formado por Christiane Lopes, Renata Mazzei, Lucas De Lucca e Carlos César de Sousa.


“UMA QUESTÃO DE TEMPO”
Texto: Alberto Guiraldelli
Direção de Mônica Granndo
Gênero: Comédia
Elenco: Christiane Lopes, Renata Mazzei, Lucas De Lucca e Carlos César de Sousa
Duração: 85 minutos
Recomendação: 12 anos
Local: Teatro Augusta – Sala Experimental (Rua Augusta, 943 – Cerqueira César)
De 02 a 25 de outubro – sextas 21h30, sábados 21h00 e domingos 19h00
Ingressos: R$ 50,00 (Estudantes, maiores de 60 anos e classe teatral têm 50% de desconto).
Aceita todos os cartões de crédito.
Telefone: (11) 3151-4141
Vendas pelo sistema ingresso rápido pelo telefone 4003-1212 ou site www.ingressorapido.com.br

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Park Idiomas participa da 6º edição da Feira Campinas Franchising Business e foca a expansão no interior do Estado de São Paulo


Com o objetivo de se aproximar dos Investidores que estão em busca de novos negócios, a Park Idiomas aproveita o bom momento do setor de educação e treinamento para levar 19 unidades à Campinas.

A Região de Campinas é o grande alvo para a expansão da Park Idiomas – rede de franquias de escolas de inglês, que já possui 40 unidades em diversas localidades, 17 delas só no Estado de Minas Gerais.  Além da cidade de Campinas, outros 13 municípios estão na mira da rede para a instalação de novas franquias da marca: Americana, Amparo, Cosmópolis, Hortolândia, Indaiatuba, Itabira, Limeira, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Paulínia, Sta. Bárbara, Sumaré e Valinhos.

Segundo recente pesquisa da Rizzo Franchise, empresa de consultoria que realiza pesquisas sobre o mercado das franquias de todo o Brasil, o Franchising em Campinas gerou mais de R$ 4,3 bilhões no ano passado e 62 mil novos empregos diretos. O estudo apontou que todas as 95 empresas campineiras que expandem por meio de franquias possuem, juntas, uma rede de 6 mil varejos em funcionamento em várias localidades do país. Os 5 setores que mais possuem franquia na cidade são: Fast Food, Educação & Treinamento, Negócios & Serviços, Alimentação Especializada e Saúde & Beleza.

No ano passado, a Park Idiomas faturou R$ 16 milhões e a previsão para 2015 é um crescimento de 18%. Um dos grandes diferenciais da rede é a alta lucratividade do franqueado, que é uma das maiores do mercado de ensino de idiomas e um dos fatores que mais têm atraído novos investidores segundo Eduardo Pacheco, presidente da empresa. “Com 300 alunos, é possível alcançar uma rentabilidade de 30% ao mês, em relação ao faturamento médio mensal, que varia de R$ 50 mil a R$ 90 mil, dependendo da localidade”, explica ele.

Método inédito e exclusivo:
Desenvolvido a partir da ferramenta japonesa para desenvolvimento de produtos inovadores chamada quality function deployment (QFD), o fundadores da Park Idiomas, Eduardo Pacheco e Paulo Arruda conseguiram identificar o que as pessoas desejam de um curso de idiomas. O QFD apontou que, em primeiro lugar, as pessoas desejam falar outro idioma com autoconfiança. Em segundo lugar, rapidez no aprendizado e, em terceiro lugar, querem sentir prazer ao estudar inglês, já que consideravam as aulas tradicionais muito “chatas.” A partir daí,  o Método Park foi criado e, para responder a essas três necessidades essenciais, ele se baseia, principalmente, nos processos através dos quais os serem humanos aprendem a falar a língua materna, o qual é natural, ou seja, primeiro falando e depois de absorvido o vocabulário é que aprendem a ler e a escrever. “Quando bebês, primeiramente ouvimos e reproduzimos sons, depois disso, associamos os sons a seus significados, conforme nossas experiências de vida e, assim, começamos a formar as frases e a nos comunicarmos. Somente depois, aprendemos a ler e escrever. Além disso, só nos envolvemos com o entendimento da gramática de nossa língua materna depois que já somos adolescentes e já falamos fluentemente”, explica Pacheco.
A outra ferramenta utilizada para a criação do método é teoria da Análise Transacional, que desencadeia nos alunos a sensação de prazer, porque sacia as fomes psicológicas deles. “A Análise Transacional aponta como nós, seres humanos, sentimos prazeres psicológicos ao nos relacionarmos e saciarmos as nossas fomes psicológicas por estímulo, reconhecimento, estruturação de tempo, acontecimentos novos seguidos, liderança e posição existencial, bases de nosso método de ensino”, completa Pacheco.


Park Idiomas – Ficha técnica
Investimento total: R$ 105 mil a R$ 240 mil
Capital de Giro: R$ 25 mil a R$ 40 mil
Taxa de Franquia: R$ 25 mil
Taxa de Royalties: R$ 2.499,36 fixos mensais
Taxa de Propaganda: 3% sobre o faturamento bruto
Faturamento médio mensal: R$ 50 mil a R$ 90 mil
Ticket médio: R$ 230,00
Lucratividade: 30% ao mês
Retorno do Investimento: até 24 meses
Metragem mínima da franquia: 85 m²
Número de Funcionários: mínimo de 5
Prazo de contrato: 5 anos
Informações sobre a franquia: www.parkidiomas.com.br



Serviço Campinas Franchising Business 2015
Quando: 21 e 22 de setembro
Onde: Royal Palm Plaza - Casa de Campo
Av. Royal Palm Plaza, nº 277 - Jd Nova Califórnia
Campinas/SP CEP 13.051-092 - Brasil
www.royalpalm.com.br



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Dídio Pizza se antecipa à crise e renegocia preços com todos os fornecedores da rede para não reajustar produtos

Rede de pizzarias delivery chamou todos os fornecedores de matérias primas e conseguiu redução de até 8% nos insumos para manter os preços ao consumidor e não sofrer com a queda nas vendas


Diferentemente de muitas redes de varejo que agora precisam driblar a crise e a queda nas vendas, a  DÍDIO PIZZA – rede de franquias de pizzarias exclusivamente delivery, que possui 24 unidades – se preparou para manter seu faturamento – e até crescer – nesta época. No início deste ano, o proprietário da rede, Elídio Biazini, chamou um por um de seus fornecedores de matérias primas e pediu redução de custos. O resultado foi uma média de 8% a menos nas compras e um crescimento de 9% no faturamento, mesmo em época de crise.
 
Elídio Biazini
“Nenhum fornecedor foi deixado de lado. Desde empresas que nos fornecem a matéria prima e insumos para a produção das pizzas, até aquelas de materiais de limpeza e serviços gráficos. Aqueles que não conseguiram reduzir os valores, se comprometeram a não reajustar os preços, no mínimo por 6 meses”, explica Biazini.
E o resultado foi surpreendente: com preços menores, a rede de pizzarias que hoje conta com 24 unidades, não precisou reajustar os preços das pizzas, como a maioria.

Mesmo com a divulgação dos números da Associação das pizzarias de São Paulo, que apontou uma queda de 17% nas vendas, a Dídio Pizza conseguiu crescer. “Não crescemos como esperávamos, mas aumentamos nosso faturamento aproveitando para fazer promoções casadas de produtos e todo mundo ganhou: fornecedores, franqueados e o próprio consumidor, que não deixou de comer pizza”, acrescenta o empresário.

Ainda Biazini, as vendas do setor de delivery costumam aumentar em época de crise justamente porque as pessoas saem menos de casa para consumir em restaurantes, por exemplo. “Para sair de casa, as pessoas levam em consideração o custo do combustível, o estacionamento e as refeições, que normalmente têm o custo adicional de 10% na conta e por isso, acabam pedindo comida em casa mesmo”, conclui.


Franquia de “Caçadores de Gastos” é boa oportunidade na crise

Ganhar dinheiro reduzindo gastos nas empresas é um bom negócio para quem quer empreender sem correr o risco de ter queda nas vendas com o próprio negócio

Algumas pessoas que estão pensando em investir no próprio negócio, podem estar receosas com a crise que assola o varejo, trazendo queda nas vendas. Mas existem oportunidades que elevam os lucros justamente em períodos como esses. Um exemplo disto, é a ERA – Expense Reduction Analysts, uma franquia home based que realiza análises nas empresas para ver quais são os gastos que podem ser reduzidos, sem que o cliente pague nada por isso. O ganho dos franqueados é 50% de todos os gastos que eles conseguirem reduzir.

A franquia faz uma análise de todos os gastos das empresas com seus fornecedores, fixos ou não, e implanta um projeto de redução de diversos itens, como compra de materiais, contratos com fornecedores e até no cafezinho diário, entre outros. Segundo Fernando Macedo, Master franqueado da ERA no Brasil, é justamente quando é preciso reduzir ainda mais as despesas das empresas, que os franqueados ganham mais. “Em época de crise, qual empresário não quer reduzir gastos sem ter que pagar por esse serviço de consultoria?”, indaga Macedo, que espera um aumento de 20% no faturamento este ano.

Para investir numa franquia da ERA são necessários R$ 125 mil. Neste valor, está incluído todo o treinamento, que é realizado na Inglaterra e os franqueados, que preferencialmente devem ter um perfil de executivos ou profissionais liberais, se tornarão consultores de redução de gastos, estando aptos a prestar serviços para empresas de todos os portes. O faturamento médio mensal da franquia é de R$ 15 a R$ 20 mil.

Ficha Técnica – ERA – EXPENSE REDUCTION ANALYSTS 
Investimento total: R$ 125 mil (já incluída a taxa de franquia)
Taxa de Franquia: R$105 mil
Taxa de Royalties: 18% sobre o faturamento bruto
Taxa de Propaganda: 2% sobre o faturamento bruto
Capital de Giro: não exige
Número de funcionários: não necessita
Faturamento médio mensal: R$ 15 a 20 mil
Tempo de contrato: 10 anos
Informações sobre a franquia: www.expensereduction.com.br

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Outer Shoes chega a Porto Alegre e abre primeira loja no Barra Shopping Sul

A partir de agora, os gaúchos terão a oportunidade de conhecer os calçados alternativos e diferenciados que têm feito sucesso em várias localidades do país e trazem um conceito totalmente inovador para quem quer conforto e sofisticação  
 


A OUTER. – rede de franquias de calçados femininos e masculinos com 21 lojas, que criou um conceito totalmente diferenciado para os produtos, sendo referência entre as pessoas modernas que buscam sofisticação e ao mesmo tempo simplicidade – acaba de inaugurar sua primeira loja no Barra Shopping Sul .

Com lojas sofisticadas, porém com elementos simples e da natureza que remetem ao conceito de um “jardim urbano”, a Outer traz uma linha extensa de calçados para homens e mulheres dos 30 a 70 anos, que possuem características urbanas, autênticas e que valorizam o diferente, o inovador. São calçados femininos (sandálias, sapatilhas, boneca, tênis, anabelas, salto altos, botas), masculinos (sandálias, drives, tênis, casual, sociais, botas) e acessórios (carteiras, cintos, necessaires, bolsas, pastas/carteiros, mochilas, chaveiros e outros).

Diferente de tudo o que existe no mercado de calçados gaúcho, a nova loja da Outer. traz opções para um público exigente e que não abre mão do bom gosto pessoal e do conforto, sem ter que seguir a moda preestabelecida pelas tendências mundiais. A franquia de Porto Alegre foi aberta pelos irmãos Fernando Zachia e Rosa Sartori, empresários gaúchos experientes em diversas áreas. Os dois escolheram a Outer. porque eram clientes da marca no Rio de Janeiro e queriam levar para Porto Alegre um conceito ainda inexplorado na cidade e que, com certeza, agradaria ao gaúcho por ser este um consumidor exigente.

“Escolhemos um ponto no Barra Shopping Sul porque é o bairro com aquele clima mais praiano, por assim dizer, e tem muito a ver com o tipo de público da Outer., que deseja calçados mais despojados com muito estilo e alta qualidade”, conta Fernando. “

Outer.
Barra Shopping Sul – Porto Alegre

Av. Diário de Notícias, 300 – Cristal
(51) 4003-4171