terça-feira, 26 de maio de 2015

Impostos, Água e Energia Elétrica são os itens que lideraram os maiores gastos das empresas no ano passado

Levantamento é da ERA – Expense Reduction Analysts, consultoria inglesa de redução de custos para empresas, com escritório no Brasil

Há 11 anos realizando consultoria de redução de gastos para empresas brasileiras, a consultoria inglesa ERA – Expense Reduction Analysts, presente em mais de 30 países, divulgou que os gastos com as tarifas de impostos, água e energia elétrica , nesta ordem de importância, foram os que mais contribuíram para os custos excessivos das empresas no ano passado.

Segundo Fernando Macedo, Master Franqueado da ERA no Brasil, esses itens, além de serem os que mais pesaram nas contas das empresas em 2014, também foram aqueles onde a redução de valores foi a menor conseguida pela consultoria. “Como se tratam de tarifas com preços pré-fixados e não passíveis de negociações com as concessionárias ou o governo, esses gastos só podem ser reduzidos com métodos de economia, como campanhas de conscientização das equipes de colaboradores ou investimentos em construção de poços ou coletores de água e  temporizadores  de energia ou outros equipamentos que ajudam na redução da conta de luz”, explica o especialista.

Um dos exemplos de empresas que tomaram a iniciativa de conscientizar os colaboradores para a economia de água e luz é a Park Idiomas – rede de escolas de inglês. Ela lançou o Park Cidadã: Água, Luz e Cultura para todos e todos os colaboradores que apresentarem uma economia mínima de 15% em comparação ao mesmo período do ano anterior em suas contas de água ou luz, receberão um ingresso para cinema ou um livro de sua escolha. “Com isso, não só motivamos a fundamental economia de água e energia, como também incentivamos o desenvolvimento da cultura de nossos colaboradores e a cultura da economia de gastos dentro do próprio ambiente de trabalho”, explica Eduardo Pacheco, presidente da rede.


Já nos gastos que implicam renegociações de contratos com fornecedores ou até mesmo a troca dos mesmos, a ERA afirma que em alguns itens causadores de despesas extras desnecessárias , foi possível obter uma redução significativa para as empresas no ano passado.

Segundo Macedo, as maiores reduções de gastos das empresas foram as seguintes:
1º lugar: Telecomunicações (através de troca de operadoras, planos ou mesmo renegociações de tarifas): 32% de redução
2º lugar: Fretes – 25% de redução
3º lugar: Embalagens – 18% de redução
4º lugar: Alimentação (seja com gastos nos refeitórios internos das empresas ou com pacotes de vale refeições): 12% de redução

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Casamento homossexual, no meio da Amazônia em plena ditadura militar é o tema do novo romance de Salomão Larêdo

Inspirado em fatos reais,“Olho de Boto” é a 40ª obra do autor paraense e será lançado em evento na Blooks Livraria, do Shopping Frei Caneca, no dia 2 de junho, em São Paulo


Dois homens que se amam na década de 1960 e querem se casar procuram um pajé para um ritual de transformação de um dos homens em mulher. Tudo isso em meio à ditadura militar brasileira, com a floresta amazônica como cenário e narração de um cosmonauta russo, inspirado em Yuri Gagarin. Esta é combinação que dá forma ao enredo de “Olho de Boto - Um Romance Homo(ama)zônico”,  o 40º romance do escritor paraense Salomão Larêdo. O lançamento está marcado para o dia 2 de junho na  Blooks Livraria do Frei Caneca.

A história se passa no vilarejo de Inacha, localizado no nordeste do Pará. Dois homens, Inajá e Inajacy se apaixonam e pedem a um pajé que transforme um deles em mulher para que possam se casar como sonham. “Inspirado em fatos reais, o romance retrata assuntos polêmicos numa época em que falar de casamento homossexual era considerado tabu, ainda mais num vilarejo do interior da Floresta Amazônica, em meio às tribulações da repressão política”, explica Larêdo.
               
“Este novo romance aborda não apenas o tema da homoafetividade, mas todas as nossas questões sócio-políticas, de tudo que precisamos saber, discutir, estudar e nos posicionar como cidadãos culturais, cidadãos sexuais, democráticos, como leitor que pensa, que tem senso crítico e consciência política e que não é intolerante, nem intransigente”, diz o autor 

O lançamento nacional de Olho de Boto será marcado por um bate-papo sobre homossexualidade na literatura entre o autor Salomão Larêdo e Felipe Arruda, editor da Revista Rosa. Na semana da maior e mais tradicional Parada Gay do país, o evento acontece na Blooks Livraria do Shopping Frei Caneca, dia 2 de junho às 19h. 


O autor
Salomão Larêdo é autor de diversas obras, incluindo romances, contos e poesias. Com seu estilo, o paraense envolve o leitor no imaginário amazônico, revelando todas as suas belezas e idiossincrasias. Olho de boto é a quadragésima obra publicada pelo autor, que já recebeu prêmios por todo o país, incluindo o Monteiro Lobato da União Brasileira de Escritores, pelo livro Sarrabulho.


Sinopse
Olho de Boto - Um romance homo(ama)zônico
Inacha é um povoado pacato e ordeiro da floresta amazônica, onde ninguém contesta o poder do regime militar recentemente implantado no Brasil. Porém, tudo muda quando um acontecimento grandioso é agendado: dois homens decidiram se casar, décadas antes do mundo discutir os relacionamentos homoafetivos.

Inspirado em fatos reais, Salomão Larêdo apresenta um romance contestador, que deseja disseminar o amor livre por todo o mundo e criticar a incompreensão e a violência comuns numa terra tão afastada da civilização.

Editora Empíreo – Uma editora de livros apaixonantes
Editora brasileira de literatura: romance, poesia, fantasia, não-ficção, música, quadrinhos e tudo o que for apaixonante, com sede em São Paulo. Tem a missão de publicar literatura de qualidade e rica em cultura que edifique seus leitores usando os mais variados temas e formatos. O nome faz referência à palavra latim Empyreus, uma adaptação do grego antigo, “dentro ou sobre o fogo (pyr)”, Empíreo é o mais alto dos céus, o local reservado para as divindades e para a perfeição.

SERVIÇO - LANÇAMENTO
“Olho de Boto - Um Romance Homo(ama)zônico”, do escritor paraense Salomão Larêdo, será lançado no dia 2 de junho, às 19h na Blooks Livraria do Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, nº 569 – 3º Piso – Consolação - (11) 32592291)

Vendas nas principais livrarias e também pelo hotsite do livro: http://olhodeboto.com/
Visite o site da editora: www.editoraempireo.com.br  
Veja o vídeo com depoimento de Salomão Larêdo: https://vimeo.com/122037504



sexta-feira, 22 de maio de 2015

Consumidores que se sentirem lesados agora podem recorrer à Arbitragem para acelerar os processos

A partir de agora, é possível reduzir o tempo do julgamento de causas para compras com contratos que não cumprirem suas cláusulas, sem precisar esperar anos por sentenças no Judiciário

O Senado acaba de aprovar a reforma da Lei da Arbitragem (utilização de câmaras de arbitragem privadas para resolução de conflitos fora do sistema judiciário, com sentenças prolatadas por árbitros, que possuem o mesmo valor da Justiça Estatal), para todas as pessoas que se sentirem lesadas de acordo com o Código de Defesa do Consumidor e que realizaram compras com contratos.

A aprovação da reforma da Lei vai trazer uma série de vantagens para os Consumidores que antes tinham dificuldade de recorrer à Arbitragem, sendo os processos no Judiciário a única alternativa existente. Entre elas estão:

1. Rapidez: o procedimento arbitral terá duração de até 180 dias, enquanto um processo no Poder Judiciário pode demorar até 20 anos para terminar;

2. Baixo custo: um procedimento arbitral pode ser 58% mais barato que um processo judicial;

3. Sigilo: todos os procedimentos arbitrais correm sob sigilo e é vedado o acesso aos autos a pessoas que não façam parte da contenda;

4. Especialidade do árbitro: o árbitro responsável pelo procedimento é um profissional especializado na matéria de que trata o litígio;

5. Informalidade: Os procedimentos são informais e ágeis;

6. Sentença: a decisão do árbitro é definitiva e irrecorrível. A sentença arbitral tem a mesma força de uma decisão de um juiz togado;

7. Execução: A sentença arbitral é um título executivo judicial, isto é, em caso de descumprimento pode ser levada diretamente para execução.

Para a advogada Ana Claudia Pastore, superintendente do CAESP – Conselho Arbitral do Estado de São Paulo, a aprovação da reforma da Lei vai trazer uma série de benefícios, já que amplia o escopo de atuação das Câmaras de Arbitragem, que antes tinham dificuldade de atuar nessa matéria. “Quando as partes se dão conta que podem utilizar a arbitragem ao invés de entrarem na Justiça, ficam mais seguras, pois o prazo da sentença é infinitamente menor do que os processos tradicionais, já que os conflitos são resolvidos diante de um árbitro, que possui a mesma autoridade de um juiz togado sem a necessidade de ter que aguardar por anos a fio uma sentença na Justiça”, explica.

Além disso, as Câmaras Arbitrais devem ter um aumento no movimento a partir desta nova resolução. O CAESP, por exemplo, que no ano passado já contabilizou um aumento de 30% administrando 40 novos procedimentos, espera um crescimento de 10% a 15% em um ano com a nova medida, que após a aprovação do Senado, aguarda apenas a assinatura da presidente. “Estamos otimistas em relação ao nosso crescimento, que já estamos notando um aumento natural ano a ano, ao ganho de confiança no instituto da Arbitragem, rapidez na solução dos conflitos, confiança nas decisões dos árbitros e apoio do próprio Poder Judiciário, que tem visto com bons olhos a utilização de Métodos Alternativos de Solução de Conflitos”, conclui Ana Cláudia.




quinta-feira, 21 de maio de 2015

Goiás é alvo da franquia mineira Park Idiomas para expansão em 2015

Com grande potencial para abertura de novas franquias, o Estado de Goiás deve receber 5 novas unidades da Park Idiomas  

Goiás é o grande alvo para a expansão  da Park Idiomas – rede de franquias de escolas de inglês, que já possui 40 unidades em diversas localidades, 17 delas só no Estado de Minas Gerais.  Além da capital Goiânia, outros 4 municípios estão na mira da rede para a instalação de novas franquias da marca: Catalão, Caldas Novas, Morrinhos e Itumbiara. 

Segundo recente pesquisa da Rizzo Franchise, empresa de consultoria que realiza pesquisas sobre o mercado das franquias de todo o Brasil, o Franchising em Goiás gerou mais de R$ 460 bilhões no ano passado e 8.400 novos empregos diretos. O estudo apontou que todas as 47 empresas goianas que expandem por meio de franquias possuem, juntas, uma rede de 641 varejos em funcionamento em várias localidades do país. 
No ano passado, a Park Idiomas faturou R$ 16 milhões e a previsão para 2015 é um crescimento de 18%. Um dos grandes diferenciais da rede é a alta lucratividade do franqueado, que é uma das maiores do mercado de ensino de idiomas e um dos fatores que mais têm atraído novos investidores segundo Eduardo Pacheco, presidente da empresa. “Com 300 alunos, é possível alcançar uma rentabilidade de 30% ao mês, em relação ao faturamento médio mensal, que varia de R$ 50 mil a R$ 90 mil, dependendo da localidade”, explica ele.

Método inédito e exclusivo:
Desenvolvido a partir da ferramenta japonesa para desenvolvimento de produtos inovadores chamada quality function deployment (QFD), o fundadores da Park Idiomas, Eduardo Pacheco e Paulo Arruda conseguiram identificar o que as pessoas desejam de um curso de idiomas. O QFD apontou que, em primeiro lugar, as pessoas desejam falar outro idioma com autoconfiança. Em segundo lugar, rapidez no aprendizado e, em terceiro lugar, querem sentir prazer ao estudar inglês, já que consideravam as aulas tradicionais muito “chatas.” A partir daí,  o Método Park foi criado e, para responder a essas três necessidades essenciais, ele se baseia, principalmente, nos processos através dos quais os serem humanos aprendem a falar a língua materna, o qual é natural, ou seja, primeiro falando e depois de absorvido o vocabulário é que aprendem a ler e a escrever. “Quando bebês, primeiramente ouvimos e reproduzimos sons, depois disso, associamos os sons a seus significados, conforme nossas experiências de vida e, assim, começamos a formar as frases e a nos comunicarmos. Somente depois, aprendemos a ler e escrever. Além disso, só nos envolvemos com o entendimento da gramática de nossa língua materna depois que já somos adolescentes e já falamos fluentemente”, explica Pacheco. 

A outra ferramenta utilizada para a criação do método é teoria da Análise Transacional, que desencadeia nos alunos a sensação de prazer, porque sacia as fomes psicológicas deles. “A Análise Transacional aponta como nós, seres humanos, sentimos prazeres psicológicos ao nos relacionarmos e saciarmos as nossas fomes psicológicas por estímulo, reconhecimento, estruturação de tempo, acontecimentos novos seguidos, liderança e posição existencial, bases de nosso método de ensino”, completa Pacheco.


Park Idiomas – Ficha técnica
Investimento total: R$ 105 mil a R$ 240 mil
Capital de Giro: R$ 25 mil a R$ 40 mil
Taxa de Franquia: R$ 25 mil
Taxa de Royalties: R$ 2.499,36 fixos mensais
Taxa de Propaganda: 3% sobre o faturamento bruto
Faturamento médio mensal: R$ 50 mil a R$ 90 mil
Ticket médio: R$ 230,00
Lucratividade: 30% ao mês
Retorno do Investimento: até 24 meses
Metragem mínima da franquia: 85 m²
Número de Funcionários: mínimo de 5
Prazo de contrato: 5 anos
Informações sobre a franquia: www.parkidiomas.com.br


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Antologia de terror “Eles não estão em casa” entra na reta final para financiamento coletivo



Com pouco mais de uma semana para atingir a meta de arrecadação no Catarse, o livro que será lançado pela Editora Empíreo, traz 13 contos de terror entre releituras e inéditos de Douglas MCT


A antologia de contos de terror “Eles não estão em casa” do paulista Douglas MCT tem 10 dias para chegar à meta de R$20mil no site de financiamento coletivo Catarse. O lançamento da obra está previsto para o segundo semestre deste ano e entre as recompensas tem até jantar um jantar com o autor. 

 Com lançamento previsto pela editora Empíreo, os leitores têm até o dia 14 de maio para comprar cotas do projeto que prevê 1500 edições em capa da dura com 13 contos de terror ilustrados por Zakuro Aoyama e espera conseguir pelo menos R$20mil. Além de edições impressas e em pdf, os leitores que contribuírem com o projeto ainda levam para casa uma lista de recompensas.  

Com cotas de variam entre R$15 a R$1mil os colaboradores ganham um exemplar da edição (pdf ou impressa) e brindes diversos ligados a obra dependendo do tipo de contribuição, como pôsteres, canecas, marca páginas e souvenirs diversos. Até um jantar com o autor entra na lista de benefícios para quem contribui com o lançamento de “Eles não estão em casa”.
O financiamento coletivo funciona com uma espécie de pré-venda com benefícios. Com cotas de variam entre R$15 a R$1mil os colaboradores ganham um exemplar da edição (pdf ou impressa) e brindes diversos ligados a obra dependendo do tipo de contribuição, como pôsteres, canecas, marca páginas e souvenirs diversos. Até um jantar com o autor entra na lista de benefícios para quem contribui com o lançamento no caso do “Eles não estão em casa”.

Habituado a contribuir e comprar obras de diversos autores de quadrinhos e livros por financiamento coletivo, Douglas MCT (que ainda tem no currículo a saga “Necropolis” e “O coletor de almas”) agora experimenta pela primeira vez a posição do autor que arrecada fundos dessa forma. A obra está prevista para ser lançada em julho deste ano.

Para contribuir com o projeto do livro “Eles não estão em casa”, basta acessar o site do Catarse: https://www.catarse.me/pt/elesnaoestaoemcasa

Para mais informações, no site da Editora Empíreo há o vídeo com o autor e outros detalhes: www.editoraempireo.com.br

Veja o vídeo promocional do livro: https://vimeo.com/123299911 

Mais sobre o livro
Em “Eles não estão me casa”, o autor viajou no tempo e nas variadas realidades para narrar a jornada de um guerreiro com muito a perder; de um rapaz sem nada a perder, e uma fruta que cai do céu; de irmãs que trilham um caminho sem volta; de uma menina que encontra num orfanato abandonado seu sonho nunca realizado; e de outra que afunda por uma floresta habitada pela morte; de quatro estranhas figuras que atravessam o deserto em busca de vingança; de adolescentes que se reúnem para contar suas próprias histórias do passado; e uma menina que ouve histórias distorcidas; de uma casa tão comum que chega a ser estranha; de um menino que se identifica com alguém que ele acredita ser uma garota; de um necromante realizando uma investigação criminal; de uma moça cozinhando; e de um homem em busca de sua identidade enquanto repete seus passos todas as manhãs.

Contos esses que transitam entre o terror, a fantasia, a ficção literária, o steampunk e o suspense psicológico, interligadas por um elemento em comum: todos os personagens se perderam, entre uma história ou outra, e não foram mais vistos. Os personagens estão aqui, ou aí, você pode encontrá-los ou se perder junto deles e fazer parte dessa experiência. 


Mães e filhos trabalham juntos em franquias e os negócios vão muito bem!


Trabalhar com a família não é tarefa fácil, principalmente porque é preciso muito cuidado para não misturar os assuntos do lar e as possíveis divergências e discordâncias com o dia-a-dia profissional. Nas franquias, não é diferente, mas muitas famílias – principalmente mães e filhos – têm alcançado sucesso à frente dos Negócios.

Sandra e Camila Fishiberg são mãe e filha. Sandra é designer de bijuterias finas e Camila é psicóloga. Mas a paixão por uma franquia que pudesse trazer ainda mais proximidade entre as duas falou mais alto e elas investiram numa franquia do Mr. Cheney, que vende cookies e doces americanos. Com temperamentos bem diferentes – a mãe mais calma e a filha mais agitada – o clima entre elas mesmo assim anda de vento em popa na hora da dedicação ao trabalho. As duas chegam a vender até 700 cookies por dia na loja do Shopping Morumbi, em São Paulo. “Já estamos até nos entendendo melhor, as discussões de família diminuíram bastante”, afirma Camila.

Maria José e Rafael Queiroz, mãe e filho, trabalham juntos há 9 anos, administrando a unidade de Uberada (MG) da Park Idiomas – rede de franquias de escolas de inglês. Rafael, quando tinha apenas 21 anos, resolveu abrir uma franquia da Park Idiomas – rede de escolas de inglês e pediu para a mãe ajudá-lo no dia a dia do trabalho. Maria José então se aposentou e abraçou a oportunidade ao lado do filho. “É maravilhoso poder trabalhar ao lado do meu filho, pois além de estarmos juntos cada dia mais, ele me ensina muitas coisas, como técnicas de vendas e eu consigo ensiná-lo como ser mais tolerante e compreensivo”, explica a mãe. Ela conta que para manter ainda mais o profissionalismo, eles não se dirigem um ao outro como “mãe” e “filho” e também não levam os problemas de casa para o trabalho e vice-versa.

O consultor e especialista em Franchising , Marcus Rizzo, acredita que o modelo de franquia é ideal para quem quer ter o próprio negócio sem ficar longe da família. “As franquias envolvem mais as famílias do que qualquer outro negócio, pois é um projeto de vida onde alguém resolve investir num novo empreendimento e envolver a família ao mesmo tempo”. E completa: “Como as franquias só são bem-sucedidas com muito trabalho, os membros da família não precisam ser sacrificados por não ficarem muito tempo juntos”.