terça-feira, 18 de novembro de 2014

Como suportar as despesas de fim de ano e ainda ter lucro?

Especialista em redução de custos para empresas dá dicas para sobreviver nesta época de pagamento de 13 º salários, abonos e férias

    Novembro é o mês do pagamento da primeira parcela do 13º salário dos colaboradores e no mês que vem, mais despesas se aproximam, como férias, abonos, gratificações extras e também a hora de rever e renovar diversos contratos com fornecedores. Como sobreviver a tudo isso num ano onde as vendas foram menores do que as de anos anteriores e, ainda assim, contabilizar lucros? O especialista em redução de custos para empresas, Fernando Macedo, da consultoria ERA – Expense Reduction Analysts, Dá algumas dicas para empresários não entrarem em 2015 no vermelho.
    “Muitos empresários acreditam que para não ficarem no vermelho, a única solução é o aumento das vendas e, se elas não ocorrem, eles não veem alternativas e acabam recorrendo a financiamentos com altas taxas de juros e, com isso, vão iniciar um ano já no prejuízo. Mas todas as reduções de custos podem ser revertidas diretamente em lucro”, explica Macedo.
    Segundo ele, os resultados podem ser melhores se as empresas olharem para suas planilhas de custos dispostas a realizarem mudanças em certos hábitos muitas vezes repetitivos por anos a fio. “A redução de gastos desnecessários no dia a dia das empresas podem fazer a grande diferença na hora de contabilizar os lucros”, explica o especialista.
    Macedo acredita que, através da renegociação de contratos de fornecedores, novas cotações para a compra de materiais, com empresas nunca antes consultadas, ou até mesmo, mudanças internas de hábitos viciosos com as equipes de compras, é possível ter um salto no lucro das empresas, mesmo mantendo o mesmo volume de vandas. “É preciso fazer um levantamento dos custos com diversos itens, como serviços de limpeza, compra de suprimentos, logística, energia elétrica, planos de telefonia, remessas, entregas e outras e estar disposto a iniciar novas negociações, seja com os atuais fornecedores ou com novas cotações”. A economia pode chegar, em média, de 20 a 30%, refletindo diretamente no aumento do lucro, afirma o consultor.


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Companhia teatral lança livro



Companhia do Ator Careca Lança livro com duas peças de Alberto Guiraldelli pela Editora Giostri

Lançado pela Giostri Editora o livro "Fracasso e Uma Questão de Tempo” traz duas comédias escritas para os palcos. Os textos são compostos por cenas cômicas que partem do cotidiano dos casais no mundo moderno e das relações humanas em geral, como o rapaz ingênuo que espera há quinze horas um voo vindo de Moscou num aeroporto que sequer recebe voos vindos da Rússia; o aluno da escola de paraquedas que contesta o fato de seu equipamento ter falhado quando pulava de uma altura de dez mil pés; a executiva pilhada com seus problemas que vai aproveitar um vale-massagem no último dia da validade do tíquete e a massagista que rumina a confusão de sua vida enquanto a atende; e os diversos momentos da vida de um homem e uma mulher em flashes que vão de quando se conhecem até a separação dos dois pela morte.

O lançamento do livro faz parte de um projeto da Companhia do Ator Careca que incluiu a temporada das mesmas peças (no mês de outubro), em dois teatros diferentes em São Paulo, Teatro Augusta (Uma questão de tempo) e Espaço dos Parlapatões (Fracasso).



O livro pode ser adquirido nos Teatros Augusta e Parlapatões, Brigadeiro, Itália, Bibi Ferreira, Espaço Cultural Pinho de Riga, Teatro dos Quatro, Fernando Torres, Da Garagem, Ruth Escobar, Sérgio Cardoso e no Teatro Estadual de Araras, na própria Editora Giostri na Vila Mariana, nas grandes livrarias ou pela Internet através do site da editora. O valor é de R$ 34,00.

Livro: Fracasso & Uma questão de Tempo

Autor: Alberto Guiraldelli
Editora Giostri
Valor R$ 34,00
www.giostrieditora.com.br


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Como escolher o ponto comercial ideal para sua franquia?

Especialista Marcus Rizzo dá dicas e franqueadores contam suas experiências

    Quais são as dicas para ter sucesso na hora de escolher o ponto comercial para abrir uma nova franquia? Muitos dizem que isso depende do tipo de negócio a ser aberto, mas o especialista e consultor em Franchising, Marcus Rizzo, da Rizzo Franchise, afirma que existem diversos fatores comuns à instalação de um novo varejo e que podem ser seguidos por todos.

    Em primeiro lugar, ele orienta: “nunca busque um negócio para seu ponto, sempre busque um ponto para o seu negócio”. Isso porque, segundo o especialista, é muito comum um franqueador receber um candidato à franquia com um ponto comercial que ele ou alguém da família tenha disponível. “É papel do franqueador avaliar e selecionar os pontos para suas franquias, nunca do franqueado”, avisa Rizzo.

    Elídio Biazini, proprietário da Dídio Pizza, rede de pizzarias exclusivamente delivery, não quer nem ouvir falar de candidatos a franqueados que já aparecem com um ponto comercial. “Nós já temos todas as próximas localidades onde novas lojas serão instaladas devidamente mapeadas com geoprocessamento. Ou encontramos um ponto disponível exatamente onde o estudo aponta as características necessárias, ou aguardamos para a abertura de uma nova loja naquele local”, explica Biazini.

    Já os proprietários da rede Coxinha Du Chef, que possuem um negócio onde o sucesso está na instalação de lojas em ruas de grande movimento de pedestres, a escolha do ponto é sempre certeira. “Onde há um grande centro comercial, próximo a terminais de ônibus, trens ou metrôs, onde um grande número de pessoas circula a pé o dia inteiro, temos a certeza de que a franquia vai bombar”, explica Renato Iarussi, um dos sócios.

    O especialista Marcus Rizzo lista algumas dicas para quem pretende planejar a expansão de maneira profissional com a instalação correta de novas franquias:

ANTES DE PESQUISAR O PONTO
•    Defina o perfil de consumidor para o seu negócio – sexo, faixa etária, renda e razões de compra
•    Busque áreas onde vivem ou trabalham uma grande concentração de consumidores
•    Imagine a sua localização ideal, coloque no papel um perfil da localização ideal para o seu negócio
•    Seu negócio tem características de “passagem” – grande número de passantes pelo ponto
•    Seu negócio tem característica de “destino” – consumidores se deslocam até o ponto
•    Identifique polos de atratividade – outros negócios que atraem clientes para o seu

PESQUISANDO ÁREAS SELECIONADAS
•    Busque locais que atendam às características de localização do seu negócio
•    Avalie locais onde negócios similares já tiveram sucesso e, também, aqueles que falharam
•    Pesquise a área e cada alternativa - converse com os comerciantes da vizinhança

ESCOLHIDO O LOCAL
•    Avalie acessibilidade e visibilidade do ponto
•    Considere o valor do aluguel e se terá que pagar luvas pelo ponto. Estabeleça um limite de 10% sobre as receitas mensais para as despesas com locação - aluguéis e luvas são negociáveis - negocie tudo
•    Luvas de ponto não é investimento, é despesa! Se você pensa em montar um negócio para vender o ponto, não monte!
•    Faça uma análise competitiva. Procure por todos os negócios que poderiam potencialmente competir com você. Onde eles estão localizados?
•    Avalie o plano diretor da cidade - rodovias e desenvolvimento de comércio e residências que podem ajudar ou impedir a viabilidade do seu negócio no futuro







quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Peça Fracasso faz duas últimas apresentações no Espaço Parlapatões

Companhia do Ator Careca encerra temporada de peça que ironiza o fiasco de algumas situações cotidianas




A peça FRACASSO flagra personagens em situações que, por descuido próprio, vivem situações que tem tudo para dar errado. O espetáculo que estreou no dia 1º de outubro e vem tendo casa cheia, conclui sua temporada no próximo dia 13, contando histórias como a de um homem cujo para quedas não abre e ele questiona como pode ter morrido, mas se esqueceu de puxar a corda reserva, ou a de um outro que está a quinze horas esperando no aeroporto pela noiva que nunca viu e ainda acredita na sua chegada, depois de ter transferido grande quantia em dinheiro para a conta da tal noiva. A peça tece uma ácida crítica social, ética e moral em que a cegueira diante dos nossos próprios erros nos leva a acreditar que existe fracasso até após a morte.

Com texto de Alberto Guiraldelli e direção de Mônica Granndo, essa é a segunda vez que a Companhia do Ator Careca monta a peça, com sucesso de público em suas duas montagens, o que fez a peça também virar livro, que acaba de ser publicado pela Giostri Editora. “As pessoas se reconhecem nas cenas. Tantas vezes estamos tão ligados a algumas situações que não notamos, ou não queremos notar, que elas estão fadadas a dar errado. E ali no teatro as pessoas se reconhecem e riem daquilo tudo, talvez por isso o enorme sucesso da montagem”, diz o autor Alberto Guiraldelli, que também atua na peça.


Além de Alberto Guiraldelli, no elenco também estão Einat Falbel, Jaques Bento, Marcela Grandolpho e Marina Moretti. As duas últimas apresentações serão nessa quarta e quinta feira 21h, no Espaço Parlapatões em São Paulo, com ingressos a R$ 40,00.


“FRACASSO”

Texto: Alberto Guiraldelli
Direção: Mônica Granndo
Gênero: Comédia
Elenco: Alberto Guiraldelli, Einat Falbel, Jaques Bento, Marcela Grandolpho e Marina Moretti
Duração: 90 minutos
Recomendação: 12 anos
Local: Espaço Parlapatões – Praça Franklin Roosevelt, 158 - Consolação
DUAS ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES: 12 E 13/11 - às 21h00
Ingressos: R$40,00 (Estudantes, maiores de 60 anos e classe teatral têm 50% de desconto).
Aceita todos os cartões de crédito.
Telefone: (11) 3258-4449
Vendas pelo sistema ingresso rápido pelo telefone 4003-1212 ou site www.ingressorapido.com.br



Jovem de classe baixa ganha bolsa para estudar no exterior e cria rede de escolas de inglês que já fatura R$ 14,5 milhões com 8 mil alunos

Com apenas 19 anos, Eduardo Pacheco, dono da rede de franquias PARK IDIOMAS, se recusou a dar continuidade ao pequeno negócio do pai e foi atrás de seu sonho: criar uma escola de inglês onde os alunos não desistissem de estudar, com base em ferramenta de pesquisa japonesa


Eduardo Pacheco
Eduardo Pacheco sempre quis criar algo diferente de tudo o que já existia. Irmão caçula de uma família de classe baixa de Uberlândia/MG, desde os 14 anos de idade sonhava em estudar no exterior. Contrariando a vontade do pai, que tinha um pequeno comércio na área de lubrificantes automotivos e queria que o filho desse continuidade ao negócio, Eduardo conseguiu uma bolsa de estudos aos 19 anos e foi para o Middle Georgia College, nos Estados Unidos, para estudar “Business”. Depois de 15 meses, já de volta ao Brasil, começou a dar aulas de inglês, mas percebeu que alguma coisa nova precisaria ser criada.

O jovem empreendedor via que muitas pessoas desistiam dos cursos de Inglês porque passavam muito tempo nas escolas e acabavam se desmotivando ao perceberem que faltava muito ainda para aprender o idioma. Percebeu, também, que 95% dos alunos que terminavam os estudos, mesmo assim se sentiam inseguros ao falar inglês.

Resolveu então pesquisar o que poderia utilizar para a criação de algo diferente e conheceu o QFD (Quality Function Deployment), uma ferramenta japonesa utilizada por quem deseja desenvolver produtos inovadores e realizou uma pesquisa ampla com alunos que estudaram inglês em diversas escolas. Eduardo descobriu que, além de se sentirem desmotivados com as aulas e inseguros ao falar o idioma, o ensino da gramática é grande fator inibidor e como na vida real, só deveria ser ensinada depois  que o aluno já fala inglês fluentemente.

A partir daí, em 1996, Eduardo Pacheco criou o Método Park Idiomas, que se baseia, principalmente, nos processos através dos quais os serem humanos aprendem a falar a língua materna, ou seja, primeiro falando e depois de absorvido o vocabulário é que aprendem a ler e a escrever. “Quando somos bebês, primeiramente ouvimos e reproduzimos sons, depois disso, associamos os sons a seus significados, conforme nossas experiências de vida e, assim, começamos a formar as frases e a nos comunicarmos. Somente depois, aprendemos a ler e escrever. Além disso, só nos envolvemos com o entendimento da gramática de nossa língua materna depois que já somos adolescentes e já falamos fluentemente”, explica Pacheco.

Hoje, com 38 lojas em diversas cidades brasileiras, a rede faturou no ano passado R$ 14,5 milhões e deve encerrar 2014 com um faturamento 13% maior com 41 escolas abertas. Com mais de 8 mil alunos, a rede pretende abrir 94 unidades nos próximos 3 anos.

Park Idiomas – Ficha técnica
Investimento total: R$ 105 mil a R$ 240 mil
Capital de Giro: R$ 25 mil a R$ 40 mil
Taxa de Franquia: R$ 20 mil a R$ 30 mil (dependendo da localidade)
Taxa de Royalties: R$ 2.410,77 fixos mensais
Taxa de Propaganda: 3% sobre o faturamento bruto
Faturamento médio mensal: R$ 50 mil a R$ 90 mil
Ticket médio: R$ 230,00
Lucratividade: 30% ao mês
Retorno do Investimento: até 24 meses
Metragem mínima da franquia: 85 m²
Número de Funcionários: mínimo de 5
Prazo de contrato: 5 anos
Informações sobre a franquia: www.parkidiomas.com.br


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Consultor dá dicas para cuidar dos coxins do carro

Responsáveis pela fixação do motor e outros componentes do veículo, os coxins merecem cuidados especiais


A maioria dos motoristas nem lembram deles ou mesmo sabem para que eles servem, mas os coxins são peças fundamentais que garantem o bom funcionamento do veículo e conforto  de quem dirige e dos passageiros.  Consultor da Oficina Brasil – maior rede serviços automotivos do país – explica como funciona e como devem ser cuidados os coxins.

Os coxins são peças geralmente feitas de borracha e aço que prendem e suportam outros itens no veículo absorvendo vibrações. “Os mais comuns são os coxins de motor responsáveis por prender o motor ao veículo. Já os coxins de câmbio ajudam a suportar o câmbio enquanto os coxins de amortecedor fazem o encosto da peça na carroceria”, explica Antonio Cesar Costa, consultor Oficina Brasil.

A quebra ou desgaste de um coxim é muito comum. Para identificar problemas, o consultor alerta para alguns sintomas que indicam que algo está errado com os coxins. 

“Os sintomas são muitos, dependendo do tipo de coxim e onde ele está posicionado no veículo. Podemos citar como sendo os indícios mais comuns os barulhos ao se passar por pistas irregulares, vibrações na alavanca de câmbio e assoalho, dificuldade para engatar marchas, peso e volante ‘puxando’”, diz Costa.

Para evitar problemas os motoristas podem evitar trancos ao passar sobre lombadas e valetas em velocidade mais alta e alterações na suspensão, principalmente altura do veículo. Isso ajuda a aumentar a vida útil das peças.  A cada 30mil quilômetros é recomendável que se revise o estado dos coxins, principalmente os de câmbio/motor e os de amortecedores.

Saiba mais sobre a Oficina Brasil
A Oficina Brasil possui 50 unidades espalhadas em diversas regiões é especializada em manutenção de todos os itens da parte de baixo do automóvel (escapamentos, amortecedores, freios, alinhamento e balanceamento, sistema de ar, injeção eletrônica, arrefecimento, suspensão, direção, pneus, troca de óleo, etc.) e dispõe em suas unidades de um ambiente de oficina diferenciado, com recepção climatizada, cyber café, espaço para leitura com mini-biblioteca e TV com programação variada e filmes. O objetivo é oferecer aos clientes momentos de descontração durante a espera pelo reparo do automóvel.

Para agendar uma revisão gratuita, basta ligar para 0800 19 9977 ou acessar: www.redeoficinabrasil.com.br

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Dídio Pizza: A campeã das pizzas inusitadas e exclusivas


    A Dídio Pizza – rede de pizzarias delivery, que já conta com 23 unidades espalhadas pela Grande São Paulo e algumas cidades do interior – continua investindo para o lançamento de sabores inusitados e exclusivos de pizzas, resultado do constante trabalho de pesquisa e mistura inédita e harmoniosa de ingredientes.

    A rede foi a primeira do mercado a lançar a premiada pizza de Marguerita com Pepperoni e o sucesso não deixou mais o empresário, Elídio Biazini, parar de pesquisar e oferecer ao mercado sabores únicos. “Nossa pizza de mousse de maracujá é outro exemplo, já que nossas massas doces são folhadas e o sabor leve do maracujá compõe uma excelente sobremesa”, afirma.

    Depois foi a vez do lançamento da pizzatone, que tem edições especiais em alguns anos no Natal. Logo em seguida, veio a pizza Brasileiríssima, na época da Copa do Mundo, que foi a primeira pizza double do Brasil, ou seja, com 2 camadas de massa e 2 de recheio. A combinação de um segundo disco de massa fininha e crocante sobre uma camada de cream cheese, com cobertura de molho de tomate, calabresa, bacon picante, cebola, mussarela, azeitonas e orégano, fez tanto sucesso, que a pizza permaneceu no cardápio por mais 2 meses.


Pizza de Fondue
Ainda na época do frio este ano, a rede lançou a Pizza Fondue. Diferente de tudo o que já foi inventado para receitas de pizzas, traz uma combinação única de ingredientes: lombo, bacon com mel e cobertura de fondue de cheddar com cream cheese e manjericão.

Para completar os lançamentos de 2014, mais uma pizza entrou para o cardápio da Dídio Pizza: a pizza Cheesecake, a primeira deste sabor no Brasil, que traz a combinação de creme de queijo Philadelphia, geleia de frutas vermelhas e xerém de castanha de caju, tudo isso sobre a famosa massa semi-folhada utilizada nas demais pizzas doces da rede.

Para saber informações sobre as regiões de entrega e preços das pizzas da Dídio Pizza, basta acessar o site: www.didio.com.br


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Park Idiomas aposta em método exclusivo de ensino e fatura R$ 14,5 milhões com 38 franquias em operação

Método que segue o mesmo aprendizado natural do ser humano em todas as línguas – primeiro falar fluentemente e depois escrever – já conquistou mais de 8 mil alunos e vai abrir 94 unidades nos próximos 3 anos


A PARK IDIOMAS – rede franquias de escolas de inglês criada em Uberlândia/MG está apostando numa expansão que pretende atingir 94 unidades daqui a 3 anos. Criada a partir de um conceito inédito no setor de ensino de idiomas – a ferramenta japonesa QFD (Quality Function Deployment), que identifica os desejos e receios das pessoas ao aprenderem um novo idioma e fundamentada pela Análise Transacional, que desvenda como  o prazer pode ser desencadeado em sala de aula para estimular o aprendizado, a rede, com apenas 38 lojas em 2013, faturou R$ 14,5 milhões. Até o final deste ano, quando a rede deve chegar a ter 41 escolas em funcionamento, este número deve crescer 13% segundo os sócios da empresa.

Com expansão sólida pelos Estados de Minas Gerais, onde já possui 14 unidades, além do Distrito Federal, Bahia, São Paulo e Paraná, a Park Idiomas selecionou ainda mais cidades destes Estados onde está implantando escolas de maneira espiral. Para 2015, a rede pretende abrir 24 unidades em 18 cidades mineiras, 23 municípios paulistas e chegar ao Estado de Goiás.

Devido ao intenso treinamento de franqueados, coordenadores pedagógicos e coordenadores de venda, as escolas da Park Idiomas estão projetadas para as vendas de um grande número de cursos, na maioria para adultos, que não assistem às aulas como na maioria das escolas. As salas de aula mais parecem salas de reuniões, pois possuem uma mesa com cadeiras em volta para que os alunos recebam uma consultoria na conversação do idioma inglês, justamente para que eles ganhem autoconfiança e rapidez no aprendizado. Segundo recente pesquisa da empresa com diversos alunos de várias escolas de idiomas, os alunos da Park apresentaram fluência no inglês 5 vezes mais rápido e com mais autoconfiança do que os demais e em apenas 200 horas de treinamento.

Mas é na lucratividade do franqueado que está a grande atratividade da Park Idiomas para quem deseja abrir uma franquia da rede. Com 300 alunos, é possível alcançar uma rentabilidade de 30% ao mês, em relação ao faturamento médio mensal, que varia de R$ 50 mil a R$ 90 mil, dependendo da localidade.

Método inédito e exclusivo:
Desenvolvido a partir da ferramenta japonesa para desenvolvimento de produtos inovadores chamada quality function deployment (QFD), o fundadores da Park Idiomas, Eduardo Pacheco e Paulo Arruda conseguiram identificar o que as pessoas desejam de um curso de idiomas. O QFD apontou que, em primeiro lugar, as pessoas desejam falar outro idioma com  autoconfiança. Em segundo lugar, rapidez no aprendizado e, em terceiro lugar, querem sentir prazer ao estudar inglês, já que consideravam as aulas tradicionais muito “chatas.” A partir daí,  o Método Park foi criado e, para responder a essas três necessidades essenciais, ele se baseia, principalmente, nos processos através dos quais os serem humanos aprendem a falar a língua materna, o qual é natural, ou seja, primeiro falando e depois de absorvido o vocabulário é que aprendem a ler e a escrever. “Quando bebês, primeiramente ouvimos e reproduzimos sons, depois disso, associamos os sons a seus significados, conforme nossas experiências de vida e, assim, começamos a formar as frases e a nos comunicarmos. Somente depois, aprendemos a ler e escrever. Além disso, só nos envolvemos com o entendimento da gramática de nossa língua materna depois que já somos adolescentes e já falamos fluentemente”, explica Pacheco.

A outra ferramenta utilizada para a criação do método é teoria da Análise Transacional, que desencadeia nos alunos a sensação de prazer, porque sacia as fomes psicológicas deles. “A Análise Transacional aponta como nós, seres humanos, sentimos prazeres psicológicos ao nos relacionarmos e saciarmos as nossas fomes psicológicas por estímulo, reconhecimento, estruturação de tempo, acontecimentos novos seguidos, liderança e posição existencial, bases de nosso método de ensino”, completa Pacheco.

Park Idiomas – Ficha técnica
Investimento total: R$ 105 mil a R$ 240 mil
Capital de Giro: R$ 25 mil a R$ 40 mil
Taxa de Franquia: R$ 20 mil a R$ 30 mil (dependendo da localidade)
Taxa de Royalties: R$ 2.410,77 fixos mensais
Taxa de Propaganda: 3% sobre o faturamento bruto
Faturamento médio mensal: R$ 50 mil a R$ 90 mil
Ticket médio: R$ 230,00
Lucratividade: 30% ao mês
Retorno do Investimento: até 24 meses
Metragem mínima da franquia: 85 m²
Número de Funcionários: mínimo de 5
Prazo de contrato: 5 anos
Informações sobre a franquia: www.parkidiomas.com.br



terça-feira, 4 de novembro de 2014

Contém 1g e Mr. Kids participam da Feira de Franquias do Nordeste

Realizada pela quarta vez em Recife, Feira de Franquias do Nordeste começa hoje e vai até sexta

Promovida pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) o evento é uma versão regional da maior feira de franquias do mundo, a ABF Franchising Expo, realizada anualmente em São Paulo. A feira, focada no sistema de franquias de diversos segmentos, será realizada, pela quarta vez em Recife, entre os dias 4 e 7 de novembro de 2014, no Centro de Convenções de Pernambuco. Em 2013, o evento atraiu mais de 16 mil visitantes e movimentou cerca de R$ 18 milhões em negócios.

A feira do Nordeste é uma oportunidade para empreendedores conhecerem novas tendências e identificarem possibilidades de negócios nas regiões mais promissoras do País. Atualmente, o Brasil é o terceiro no mundo em número de marcas de franquias. No ano passado, o faturamento do setor no País chegou a R$ 115 bilhões, o que representa uma alta de 11,9%, na comparação com 2012.
   
Entre as oportunidades da Feira de Franquias estão a Contém1g e a Mr. Kids.

A Contém1g Make-Up acaba de anunciar o plano de expansão de franquias para o Nordeste. Atualmente com 30 pontos de venda no Nordeste, a rede pretende abrir 168 novas franquias em toda a Região.
   
A maior rede de franquias de maquiagens anuncia que reduziu o valor do investimento de suas lojas e quiosques para quem adquirir uma franquia da marca. As lojas, cujo investimento total era de R$ 343 mil, passam a custar a partir de R$ 195 mil e os quiosques, de R$ 167 mil passam a custar a partir de R$ 142 mil. Segundo Rogério Rubini, presidente da empresa, o principal objetivo é acelerar a expansão para cumprir a meta de 60 novos pontos de venda ainda este ano.

A Contém1g Make-Up faturou R$ 153 milhões em 2013 e a previsão de crescimento para este ano é de 25%.


A Mr. Kids, franquia de máquinas portáteis de brinquedos e doces que cabem em pequenos espaços de locais com grande circulação de pessoas, principalmente de crianças. A marca já negociou cerca de 230 pontos de venda para que os futuros franqueados do nordeste não precisem ter o trabalho de realizar parcerias com super e hipermercados da região para a instalação de seus equipamentos.

Quem adquirir uma franquia da Mr. Kids, cujo investimento total é a partir de R$ 19 mil. Dependendo do número de máquinas e dos modelos escolhidos pelos franqueados, o faturamento mensal pode variar de R$ 2.450,00 a R$ 50 mil ou mais. Mas é na rentabilidade que está o grande retorno: de 40 a 50% sobre o faturamento, uma das maiores do mercado.

A rede faturou em 2013 R$ 2,8 milhões e a expectativa para este ano é um crescimento de 48% no faturamento e a abertura de mais 55 franquias em todo o Brasil.

 

Ficha técnica – Contém1g Make-Up:
Investimento total (loja): a partir de R$ 195 mil
Investimento total (quiosque): a partir de R$ 142 mil
Taxa de franquia: R$ 30 mil (loja) e R$ 15 mil (quiosque)
Taxa de Royalties: 20% já incluídos no valor do produto para ambos (loja e quiosque)
Taxa de Propaganda: 3% sobre o faturamento bruto (loja e quiosque)
Metragem da loja: 30m²
Faturamento médio mensal: R$ 70 mil (loja) e R$ 50 mil (quiosque)
Lucratividade: 12 a 20% (loja e quiosque)
Retorno do investimento: 24 a 36 meses (loja e quiosque)
Informações: www.contem1g.com.br


 

Mr. Kids – Ficha Técnica
Investimento Total: R$ 19 mil
Taxa de Franquia: R$ 8 mil
Taxa de Royalties: não cobra
Taxa de Propaganda: não cobra
Faturamento médio mensal: de R$ 2.450,00 a R$ 50 mil ou mais
Lucratividade: de 40 a 50%
Número de Funcionários: 0
Retorno do Investimento: 15 a 18 meses
Prazo do contrato: 3 anos
Contato da Franqueadora: franquia@mrkids.com.br ou 11 5058-2111






Podóloga ensina como ter pés lindos no verão

Cuidados simples, muita hidratação e o corte correto das unhas garantem pés macios, saudáveis e bonitos com as dicas da Doctor Feet


O calor já começa a dar as caras e os pés, após meses fechados em botas e sapatos quentes, ganham as ruas em sandálias e chinelos. Mas como eles estão? Prontos para toda essa exposição? Pensando nisso, a Doctor Feet - franquia de serviços e produtos de tratamentos para os pés – traz algumas dicas simples e eficazes para estar com os pés em dia neste verão.
 Conforme explica a podóloga e coordenadora técnica, Cristina Lopes, os cuidados para se ter pés saudáveis e lindos  começa pelo corte correto das unhas. Veja algumas dicas que a especialista preparou:

Cortar as unhas: O corte pode ser realizado de acordo com o seu crescimento e isso varia um pouco de pessoa para pessoa e também da preferência de cada um, pois algumas pessoas gostam das unhas mais curtas e outras preferem um pouco mais compridas. O mais importante é a forma de cortá-las que deverá ser reta e nunca invadir os cantos para evitarmos que elas encravem.

Lixar as unhas: O lixamento tanto de unhas quanto dos pés deverá ser feito uma vez ao mês e preferencialmente por um profissional habilitado. O lixamento realizado por um profissional habilitado é o ideal, pois é realizado com lixa que vai no chamado “micro motor” e desta forma o acabamento se torna mais eficiente. Existem cremes específicos para os pés, normalmente à base de silicone ou ureia, o que permite uma hidratação mais profunda e duradoura.

Hidratar os pés: Para mantermos nossos pés sempre bonitos, o ideal é hidratá-los diariamente com um creme com alto poder de hidratação além de realizar pelo menos uma vez ao mês uma hidratação profunda com um profissional especializado. Após realizarmos a hidratação profunda com um profissional especializado, podemos manter a hidratação em casa. Uma vez por semana podemos usar um creme à base de silicone ou ureia e aplicar “papel filme” e deixar agir por 20 minutos. Esse cuidado prolongará o efeito da hidratação profunda.

Esmaltar: Podemos esmaltar nossas unhas normalmente, desde que não apresentem nenhuma patologia, como micose por exemplo. O ideal é que entre uma “esmaltação” e outra deixemos as unhas pelo menos dois dias sem esmalte para que elas possam “respirar”.


Além de tudo isso, a profissional ainda alerta para o perigo das micoses. Conforme Cristina, se os pés apresentarem qualquer alteração, seja na coloração das unhas ou se apresentar descamação e coceira, o ideal é que se procure um dermatologista que irá realizar o diagnóstico e medicar, se necessário, a partir daí devemos acompanhar com um podólogo que dará continuidade ao tratamento prescrito pelo médico.

A micose é causada por fungos e pode ser contraída na praia, sauna, piscina e até pelo uso de calçado de alguém que tenha micose. Devem-se tomar alguns cuidados como sempre secar bem os pés após o banho, principalmente no meio dos dedos; Se tivermos que usar meias, usar sempre meias de algodão que absorvem a transpiração; Alternar os calçados e após o seu uso, deixa-los arejando antes de guardá-los no armário; Fazer assepsia nos calçados com frequência.