quarta-feira, 23 de abril de 2014

Após carreiras de sucessos, executivos com mais de 50 anos apostam em franquias

Nova franquia da Dídio Pizza em São Paulo é aberta por casal de empresários após três décadas de carreira bem sucedida no mercado financeiro

Antonio Carlos Teixeira (54 anos) e Isabel Cristina Teixeira (56 anos) são casados e resolveram abdicar de suas carreiras bem-sucedidas no mercado financeiro para investirem numa franquia. Com passagens por grandes instituições bancárias, começaram a pesquisar diversos setores para abrir o próprio negócio, mas, devido à inexperiência de ambos no varejo, procuravam algo já formatado, que pudesse transmitir experiência e know how e, com isso, terem mais segurança para gerir um negócio próprio. Na semana passada, eles inauguraram mais uma unidade da Dídio Pizza - franquia de pizzarias delivery – na Zona Sul da capital paulista.

 “Estudamos alguns negócios, mas não evoluímos, principalmente pela dificuldade em localizar um bom ponto comercial. Numa destas pesquisas pela Internet, conheci a Dídio Pizza e agendamos uma reunião com o franqueador, no final de novembro do ano passado. Ficamos encantados, analisamos tudo e já em dezembro nos decidimos. Escolhemos a região do Jardim Marajoara por ser perto de nossa casa e por haver um estudo realizado pela franqueadora sinalizando que havia mercado promissor para este setor”, conta Antonio.

    Histórias como a do casal Teixeira são cada vez são cada vez mais comuns. Conforme aponta o estudo da consultoria Rizzo Franchise, que realiza pesquisas sobre o mercado de franquias em toda a América Latina, o número de pessoas com 55 anos ou mais que atualmente procuram uma franquia para investir subiu de 29.449 em 2012 para 57.299 em 2013, um crescimento de aproximadamente 95%. A pesquisa também mostrou que 79% dos candidatos a franquias com mais de 50 anos querem a família envolvida no negócio e que os setores mais procurados por esta faixa etária são: 1º lugar - Fast Food (25,48%) / 2º lugar – Vestuário (14,21%) / 3º lugar – Alimentação Especializada (13,17%).

A Dídio Pizza continua à procura de diversos pontos comerciais para abrir 10 unidades este ano na capital paulista, além de municípios como São Bernardo, Santo André e Guarulhos. O investimento para ter uma franquia da Dídio Pizza é de R$ 260 mil, já com a Taxa de Franquia incluída e o franqueado recebe a loja pronta, com todos os equipamentos e mobiliário para começar a trabalhar. O faturamento médio mensal previsto para o primeiro ano de operação é de R$ 70 mil, com uma lucratividade média de 12%.

A Dídio Pizza possui mais de 20 anos de experiência no mercado de Alimentação e vai continuar investindo em diferenciais competitivos no mercado. É a única pizzaria delivery que fornece curso de direção defensiva e de atendimento ao consumidor para os entregadores motorizados, que são admitidos com registro em carteira e todos os benefícios da CLT,  para que possam representar a marca em cada residência ou comércio onde entregam as pizzas. Além disso, é conhecida pelo exagero nos ingredientes das pizzas, cerca de 200 g a mais em comparação a outras do mercado e pelos sabores diferenciados, como a premiada Marguerita com Peperoni e a pizza de Abobrinha e a parceria com a Nestlé nos sabores doces, com receitas especiais para as pizzas, como a de Brigadeiro e a de Maracujá, entre outras. Além das mais tradicionais, a Dídio Pizza também lançou uma linha light de pizzas com massa 100% integral, voltada ao público preocupado com as calorias.


segunda-feira, 14 de abril de 2014

14 Perguntas que devem ser feitas antes de comprar uma franquia

Rizzo Franchise apresenta um roteiro para ser seguido antes de escolher o melhor negócio


Marcus Rizzo

Quando alguém decide ser seu próprio patrão e ter uma franquia, muitas são as dúvidas que surgem sobre qual é o melhor negócio para escolher. Com o objetivo de montar um roteiro para ser seguido até a compra da franquia, Marcus Rizzo, especialista da Rizzo Franchise – consultoria especializada que realiza pesquisas sobre o Franchising em toda a América Latina – preparou 14 perguntas para serem feitas antes de assinar um contrato de franquias:

 

 1-    Que produtos ou serviços você gostaria de comercializar?
Sua melhor aposta é encontrar uma franquia com a qual realmente se identifique.
Pior do que um emprego com qual você não goste é ter um negócio com o qual não se identifica.

2-    Quanto dinheiro você tem disponível para investir?
Ter o capital necessário para investir é muito importante. Não acredite que você vai conseguir depois e, se não tiver, passe o chapéu na família e amigos. Bancos só em casos excepcionais e nem pense começar endividado.

3-    Quanto você realmente gosta deste negócio?
Pense que pelo menos nos próximos dez anos, todos os dias, você deverá estar presente no negócio. É o olho do dono que engorda o gado!

4-    Com quem estou conversando?
Não aceite intermediários – corretores, consultores ou qualquer outro terceirizado. Todos ganham comissão pela venda e estarão interessados em lhe vender. Promessas na venda não serão necessariamente entregues pelo franqueador.

5-    Qual é o custo total de aquisição negócio?
Além da Taxa de Franquia e o investimento para instalar o negócio você ainda terá outras despesas pré-operacionais como treinamento, locação, pessoal e treinamento. É importante ter a reserva de capital de giro para iniciar o negócio.

6-    Qual a experiência do franqueador no negócio?
Há quanto tempo existe a franquia? É uma franquia nova ou já estabelecida há anos? Quantas unidades próprias e outras franquias existem, onde estão localizadas e quantas já foram fechadas?

7-    Qual é a estabilidade e conhecimento da organização franqueadora?
O conhecimento dos dirigentes da franqueadora na operação do negócio antes de implantar a franquia ( seleção e negociação do ponto, arquitetura, instalações, equipamentos e o treinamento) e após a implantação (suporte operacional).

8-    Qual é a trajetória da franquia que você escolheu?
A maioria dos atuais franqueados está satisfeito com o negócio? Nome e endereço dos franqueados devem ser fornecidos e converse com pelo menos quatro deles sobre cada um dos pontos aqui levantados e especialmente sobre suas experiências com a franqueadora.

9-    Qual é o treinamento oferecido?
Pergunte sobre o treinamento e suporte que será fornecido. Você vai receber passo a passo as instruções e um treinamento prático? Quais os manuais e outros materiais que você receberá?

10-    Qual é a distância mínima que sua franquia terá de outra?
Qual o tamanho do mercado para os produtos ou serviços da franquia na sua área de atuação e quem são os concorrentes? Qual o sucesso das franquias que estão longe do franqueador? Elas recebem o suporte adequado e constante?

11-    Você será obrigado a comprar insumos ou produtos do franqueador?
Tome muito cuidado com as franquias onde o franqueador é o único ou o principal fornecedor. Toda a estrutura de organização da franqueadora estará voltada para lhe vender e não para lhe ajudar a vender.

12-    Quais os termos do contrato sobre o tempo e sua propriedade?
Se você quiser continuar, quando o contrato expirar, ele será renovado automaticamente? Trata-se de um contrato curto que exige o pagamento de novas taxas? Peça a Circular de Oferta de Franquias que contém todas as informações sobre o negócio e os contratos – a entrega é obrigatória.

13-    Como eventuais disputas serão tratadas?
Preste atenção para as cláusulas que exigem arbitragem na localidade da franqueadora. Em caso de litígio, você terá que bancar todas as viagens e despesas de arbitragem.

14-    Você gostou da forma como foi atendido durante o processo de escolha e compra da franquia?
Normalmente esta será a forma com que será atendido depois de adquirir a franquia!




quinta-feira, 10 de abril de 2014

Rebimboca da parafuseta?

Burrinho do freio? Virabrequim? Trambulador? A Oficina Brasil explica alguns dos termos usados nas oficinas mecânicas

Fique por dentro da linguagem automotiva e conheça melhor algumas das peças que compõem o seu carro

Diferente da rebimboca da parafuseta que apesar de toda fama alcançada, não existe, o mundo das oficinas mecânicas tem um vocabulário todo próprio cheio de nomes diferentes e apelidos para peças do seu carro que podem confundir o motorista mais distraído. Ir na oficina e ouvir do seu mecânico que seu carro precisa que o burrinho do freio  seja trocado pode confundir e por isso a Oficina Brasil – maior rede de franquias de serviços automotivos – listou alguns termos de uso comum, porém inusitados nesse mini dicionário de oficina.

Trambulador - Com esse nome difícil é a peça responsável pelo direcionamento correto dos movimentos da alavanca de mudanças para o câmbio na troca de marchas. É ele quem traduz para caixa de cambio o movimento da mão do motorista. Sendo assim, ele precisa em estar  perfeitamente regulado para  garantir a eficiência e o encaixe perfeito das engrenagens que compõe o cambio do carro.

Coifas das homocinéticas - Localizadas nas pontas dos eixos, essas peças de borracha são responsáveis por proteger a lubrificação das homocinéticas e garantir o bom funcionamento da peça, que dá direcionamento às rodas.

Virabrequim - Localizado junto ao bloco do motor, o virabrequim, ou árvore de manivelas como também é conhecido, é um eixo que gira e recebe a força dos pistões, por meio das bielas e repassa para o sistema de transmissão em forma de torque.

Biela – Trabalhando em conjunto com o virabrequim e pistões, a biela é quem transmite força recebida pelo pistão e repassa para o virabrequim. A principal função dessa peça é inverter o sentido de movimento. Ligada ao pistão, a biela faz um movimento de sobe e desce junto ao virabrequim e transmite a força em forma de movimento rotativo ou circular.

Burrinho do freio - é um cilindro hidráulico que faz parte do sistema de freios do carro. Em cada roda do carro há uma peça dessas que está ligada a um “burrinho mestre” que responde ao pedal de freio. Quando o motorista aciona o pedal, um pino penetra no cilindro “burrinho mestre” e faz com que o fluido de freio seja liberando para os burrinhos das rodas acionando assim os freios.

Coletor de admissão - O coletor de admissão é a peça responsável por  leva ar, ou mistura de ar/combustível, até a entrada dos cilindros dos motores. Quando as válvulas de admissão se abrem por ação do eixo de comando de válvulas, (mecanismo destinado a regular a abertura das válvulas num motor), o pistão, que está num movimento descendente, tem um efeito de sucção no coletor de admissão provocando a entrada de gás no interior dos cilindros.O ar provém diretamente do filtro de ar ou do carburador consoante o tipo de motor utilizado.
Coletor de admissão


Vela - Uma vela de ignição é um dispositivo elétrico que se encaixa à cabeça do cilindro num motor de combustão interna e literalmente incendeiam, por meio de uma faísca elétrica, a  mistura comprimida de ar e combustível  nos cilindros dentro do motor.

Saiba mais sobre a Oficina Brasil

A Oficina Brasil possui 50 unidades espalhadas em diversas regiões é especializada em manutenção de todos os itens da parte de baixo do automóvel (escapamentos, amortecedores, freios, alinhamento e balanceamento, sistema de ar, injeção eletrônica, arrefecimento, suspensão, direção, pneus, troca de óleo, etc.) e dispõe em suas unidades de um ambiente de oficina diferenciado, com recepção climatizada, cyber café, espaço para leitura com mini-biblioteca e TV com programação variada e filmes. O objetivo é oferecer aos clientes momentos de descontração durante a espera pelo reparo do automóvel.

Para agendar uma revisão gratuita, basta ligar para 0800 19 9977 ou acessar: www.redeoficinabrasil.com.br





segunda-feira, 7 de abril de 2014

Rede Brasil quer chegar a todas as capitais em 2014

Única franquia de aluguel de veículos que leva e busca os carros, tem como foco principal as capitais da Copa

    Nenhum cliente precisa ir até uma unidade da REDE BRASIL para alugar um carro e muito menos para devolvê-lo. É a única rede de franquias que leva o automóvel onde o cliente está e depois vai buscá-lo onde for mais cômodo para ele. Também é a única que não exige pontos comerciais com pátios de estacionamento para guardar os carros. As lojas são apenas pontos de venda e os automóveis, quando não estão na rua, são levados a estacionamentos próximos. Também é a única que realiza coleta e entrega de materiais, para que clientes que desejam enviar encomendas possam utilizar também à locadora como alternativa a táxis e transportadoras, com muito mais segurança.

    Com todos esses diferenciais diante da concorrência, a REDE BRASIL, que está completando 20 anos de fundação, tem a meta de abrir pelo menos novas 8 lojas em 2014, em diversas cidades brasileiras tendo as capitais como destaque no plano de expansão da rede. Segundo Paulo Nemer, presidente da franqueadora, cuja sede está localizada no Espírito Santo, os diferenciais foram criados para oferecer um serviço com muito mais qualidade e conveniência para os clientes na locação de automóveis. “Para os franqueados, também quisemos oferecer vantagens que o mercado em geral não oferece. Como nossas lojas possuem apenas padronização visual e não há a necessidade de um grande espaço para guardar os carros, os pontos comerciais são menores e, consequentemente, o investimento é bem inferior”, comenta ele.

    Para iniciar o negócio como franqueado, numa cidade de até 250 mil habitantes por exemplo, são necessários apenas 10 veículos e um ponto comercial a partir de 30m². O investimento total neste caso é de R$ 350 mil, já contando com a Taxa de Franquia e os automóveis, que são comprados pelos franqueados com descontos que variam entre 12 e 22%.

    O alvo de expansão da empresa para 2014, além de cidades pequenas, que exigem investimentos inferiores, são capitais que sediarão a Copa do Mundo, como é o caso de São Paulo. Com 20 unidades espalhadas por diversos municípios, a REDE BRASIL é uma oportunidade para ganhar dinheiro sempre que o mercado do Turismo fica aquecido.

    A REDE BRASIL foi criada por 3 empresários que vieram do mercado de locação de automóveis de 3 diferentes Estados Brasileiros: Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O objetivo do lançamento da nova empresa era justamente oferecer ao mercado o que não havia em outras locadoras, tanto para clientes, como para franqueados. Hoje, a rede está presente em 10 Estados Brasileiros e o faturamento de uma loja, com aproximadamente 50 veículos, é de R$ 65 mil.


REDE BRASIL – FICHA TÉCNICA
Investimento total: de R$ 350 mil (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 3,5 milhões (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Taxa de franquia: de R$ 25 mil (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 90 mil (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Taxa de Royalties: valor fixo mensal, que varia de R$ 550,00 (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 2.500,00 (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Taxa de Propaganda: valor fixo mensal, 10% sobre os royalties.
Faturamento médio mensal (1º ano de funcionamento): de R$ 45 mil (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 405 mil (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Capital de Giro: a partir de R$ 15 mil
Prazo de retorno do investimento: a partir de 24 meses
Número de funcionários: de 3 (cidades com até 250 mil habitantes) a 10 (em cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Prazo de Contrato: 5 anos