quarta-feira, 26 de março de 2014

Como montar um novo negócio que já tem grande concorrência no mercado

Empresário conta como criou rede de aluguel de carros com diferenciais que nenhuma outra tinha no Brasil


Paulo Nemer precisou de criatividade e coragem para montar uma locadora de automóveis que hoje já possui 20 franquias em 10 Estados brasileiros. Ex-franqueado de uma grande rede internacional de locação de automóveis, ele queria começar do zero no mesmo mercado de atuação, mas sabia que os desafios eram grandes, já que as redes existentes disputavam clientes oferecendo praticamente os mesmos serviços e preços que mantinham uma média de preços equivalente. Para driblar a concorrência e não ser simplesmente mais uma locadora de veículos, Nemer teve que criar diferenciais inéditos para a Rede Brasil, cuja sede está localizada em Vitória, no Espírito Santo.

Para começar, o empresário começou a desvendar o que os clientes mais queriam de uma locadora e percebeu que uma grande lacuna existente nesse mercado era ir onde o cliente estava, ao invés de somente recebê-lo na loja para a retirada e devolução do automóvel alugado. “A Rede Brasil é hoje a única locadora que leva o automóvel onde o cliente está e depois vai buscá-lo onde for mais cômodo para ele. Isso fez com que muitos clientes que não tinham tempo ou disponibilidade para procurar endereços e ir até as lojas existentes, se tornassem rapidamente clientes fiéis nossos”, explica.

Para complementar o leque de serviços inéditos aos clientes, a Rede Brasil também implantou opções de coletas e entregas de encomendas, para que a locadora de automóveis fosse também uma alternativa a táxis e transportadoras, com muito mais agilidade e segurança para os clientes. Outros serviços exclusivos são: atendimento a eventos, passeios e city tour e diárias com motoristas, inclusive bilíngues. “O que gera fluxo de caixa numa locadora de veículos é o automóvel na rua, então, resolvi criar serviços para que o carro esteja sempre circulando e gerando faturamento, além de atender a diferentes necessidades dos clientes, o que não é comum neste mercado”, conta Nemer.

Quando a rede iniciou a expansão por franquias, Paulo Nemer também quis implementar diferenciais competitivos para os investidores. A Rede Brasil é a única franquia de aluguel de veículos que não possui pátio para guardar os carros, diminuindo, assim, os custos com o ponto comercial. “É possível abrir uma franquia da Rede Brasil num imóvel a partir de 30 m², já que o nosso foco é manter sempre os carros circulando. Caso eles estejam temporariamente parados, os franqueados fazem acordos com estacionamentos próximos para guardar os automóveis”, completa Paulo.

Com todos esses diferenciais diante da concorrência, a REDE BRASIL, que está completando 20 anos de fundação, tem a meta de abrir 8 lojas em 2014, em diversas cidades brasileiras. Para iniciar o negócio como franqueado, numa cidade de até 250 mil habitantes por exemplo, são necessários apenas 10 veículos e um ponto comercial a partir de 30m². O investimento total neste caso é de R$ 350 mil, já contando com a Taxa de Franquia e os automóveis, que são comprados pelos franqueados, com descontos que variam entre 12 e 22%.


terça-feira, 25 de março de 2014

Faturamento que vem dos cofrinhos das crianças

Como o empresário Antonio Chiarizzi Filho chegou ao faturamento de quase R$ 3 milhões retirando moedas de máquinas de brinquedos, adesivos, balas e chicletes

    Os produtos da Mr. Kids – franquia de máquinas portáteis de brinquedos e doces custam de R$ 1,00 a R$ 3,00 e são adquiridos quando as crianças inserem moedas nos equipamentos instalados normalmente em supermercados, shoppings, galerias comerciais, buffets infantis ou qualquer lugar onde haja grande circulação dos pequenos. Em 2012, o empreendedor Antonio Chiarizzi Filho, que desde 2009 estava à frente da empresa Vendmania – líder nacional de máquinas e produtos para vending machine – resolveu criar uma rede de franquias para chegar mais rapidamente em vários municípios e capitais brasileiras. Todos os 60 franqueados hoje, vivem de recolher as moedas deixadas nas máquinas em troca dos produtos que viraram uma febre no país.


    “Nosso sucesso vem principalmente de uma prática da criançada que passa de geração em geração – mini brinquedos colecionáveis, como bolinhas pula-pula, mini-personagens, chaveiros e adesivos, além das guloseimas que todas as crianças gostam, como balas e chicletes”, explica Chiarizzi. Para isso, o empresário foi em busca de licenciamentos de personagens famosos para a criançada colecionar, como os da Turma da Mônica, Hanna Barbera, Disney, Marvel, entre outros, e também de máquinas atrativas e mecânicas, importadas do Canadá. “Queria que nossas máquinas fossem sustentáveis e que não contribuíssem para aumentar o consumo de energia elétrica nos estabelecimentos onde fossem instaladas, por isso optei pelos equipamentos que funcionam apenas inserindo moedas e girando uma pequena manivela para liberar os produtos”, conta.

Desde que foi lançada, há menos de 2 anos, a empresa vem crescendo a passos largos e o resultado das vendas tem animado, tanto o fundador, quanto os franqueados. No ano passado, a rede faturou R$ 2,8 milhões e muitos franqueados já tem faturamento de mais de R$ 12 mil mensais, a maioria destes trabalhando em média 1 vez por semana, abastecendo as máquinas e contando as moedas. “A maioria de nossos franqueados possui um emprego ou outro tipo de negócio e resolveram comprar uma franquia da Mr. Kids para engordar o orçamento mensal”, esclarece o empresário.

Este ano, a Mr. Kids realizará novos investimentos para trazer novidades ao mercado de brinquedos colecionáveis. Serão investidos R$ 2,1 milhões na aquisição de novos equipamentos e licenciamentos de personagens famosos. “Nas franquias, a previsão para 2014 é crescer 48% no faturamento e vender 55 novos negócios a quem queira investir num mercado infantil que não pára de crescer”, completa Chiarizzi.

Mr. Kids – Ficha Técnica
Investimento Total: R$ 18 mil
Taxa de Franquia: R$ 8 mil
Taxa de Royalties: não cobra
Taxa de Propaganda: não cobra
Faturamento médio mensal: de R$ 2.450,00 a R$ 50 mil ou mais
Lucratividade: de 40 a 50%
Número de Funcionários: 0
Retorno do Investimento: 15 meses
Prazo do contrato: 3 anos
Contato da Franqueadora: franquia@mrkids.com.br ou 11 5058-2111

sexta-feira, 21 de março de 2014

Pasteca abre loja em Chapecó que será o modelo para a expansão em todo o Brasil


Segunda unidade da Pasteca na cidade, nova loja é mais compacta e tem somente pastéis e bebidas no cardápio para se tornar referência de fast food de pastéis em todo o país
   
A cidade de Chapecó acaba de ganhar a segunda loja da PASTECA – rede de fast food de pastéis, porém num formato bem diferente da primeira e mais tradicional unidade da Avenida Getúlio Vargas. A nova loja, localizada na mesma avenida, possui uma metragem de apenas 85 metros quadrados e teve o conceito totalmente reformulado para vender apenas pastéis e bebidas e ser reproduzido em todo o país com franquias.

“Precisávamos criar um modelo de negócio que tivesse fácil instalação, grande produtividade e investimento menor para levar o melhor pastel de Santa Catarina para o Brasil inteiro”, explica Miriam Fellipe, proprietária da Pasteca.

Este mesmo modelo de fast food já foi testado e tem grande sucesso em Erechim/RS, onde a empresa abriu a primeira franquia no ano passado. Hoje, a rede possui 4 unidades (2 em Chapecó/SC, 1 em Xanxerê/SC e 1 em Erechim/RS) e a previsão é abrir mais 5 franquias em cidades catarinenses e gaúchas este ano. “A próxima loja será em Passo Fundo/RS e já estamos selecionando franqueados interessados em ter uma franquia da Pasteca nesta cidade”, diz Miriam.

 “A Pasteca é uma loja típica para pessoas que desejam ter o próprio negócio, mas não querem ter o trabalho de criar um novo conceito e preferem investir numa franquia que já está pronta e faz sucesso onde já está instalada”, acrescenta Miriam, que explica também qual será o perfil do candidato escolhido para a franquia: “Estamos selecionando pessoas maduras, que já tiveram longa carreira profissional e agora querem fazer algo que, ao mesmo tempo lhes traga prazer e que possam envolver toda a família, mas com a segurança de que não será complicado reaprender a trabalhar numa outra área”, completa.
O investimento total para abrir uma franquia da Pasteca é de R$ 220 mil, já com a Taxa de Franquia e o faturamento médio é de R$ 65 mil/mês, com uma rentabilidade de 10% para o franqueado. Até 2017, a rede pretende abrir 45 franquias, todas na Região Sul do País.
   
A segunda loja da Pasteca em Chapecó fica na Av. Getúlio Vargas, 227 – Centro.



PASTECA – Ficha Técnica
Ano de fundação: 1993
Início do Franchising: 2013
Número de unidades: 3 (Chapecó/SC, Xanxerê/SC e Erechim/RS)
Investimento total com Taxa de Franquia: R$ 220 mil
Taxa de Franquia: R$ 30 mil
Taxa de Royalties: 8% sobre o faturamento bruto
Taxa de Propaganda: 2% sobre o faturamento bruto
Capital de Giro: R$ 15 mil
Faturamento médio mensal: R$ 65 mil
Rentabilidade: 10%
Prazo de Retorno do Investimento: 24 meses
Número de funcionários por loja: 8
Prazo de Contrato: 10 anos
Contato: www.pasteca.com.br

quarta-feira, 19 de março de 2014

Como evitar danos no automóvel nessa época de chuvas



Oficina Brasil ajuda a conhecer os principais cuidados que se deve ter ao passar por ruas alagadas e alerta para os danos que a água pode causar nos automóveis

Conhecer procedimentos básicos sobre como conduzir o seu veículo em dias de alagamento, além de aumentar a segurança, pode prolongar os dias de vida do seu carro. Pensando nisso, a Oficina Brasil – rede de franquias de serviços automotivos, que possui 64 unidades em todo o Brasil, dá algumas dicas para enfrentar as fortes chuvas sem correr o risco de ter que abandonar o automóvel quebrado no meio de um alagamento.

Segundo Antonio Cesar Costa, consultor técnico da Oficina Brasil, em primeiro lugar é importante nunca desligar o motor do carro durante as enchentes, mesmo em grandes congestionamentos, e ao passar pelas enxurradas, andar devagar, deixando o motor sempre em rotação mais elevada. “Isso impede que a água se acumule no escapamento, e chegue até o motor”, explica Antonio Cesar.

Outra dica é sempre tentar identificar em que altura do automóvel a água está batendo. O ideal, segundo o consultor técnico, é passar com o automóvel em alagamentos cuja altura da água não ultrapasse a metade das rodas. Isso porque, ao atingir o escapamento, a água pode chegar até o motor, e causar o chamado calço hidráulico . “O prejuízo do motorista é ainda maior quando o carro está ligado há bastante tempo e sua temperatura está alta, pois ao entrar em contato com a água fria acontece o choque térmico, podendo trincar o bloco do motor ou o catalisador”, orienta ele.

Os sintomas que o automóvel apresenta caso esteja danificado devido à entrada de água durante alagamentos são: perda de potência, motor falhando (vibração intensa do automóvel), até a total parada, com risco de não ligar mais e ter de ser guinchado até a oficina mecânica.


segunda-feira, 17 de março de 2014

Franquia permite renda extra de mais de R$ 12 mil para quem já possui outra atividade

Com a Mr. Kids é possível trabalhar de 1 a 2 vezes por semana, com ganhos maiores do que o próprio salário dos franqueados em outras atividades


    Uma franquia de máquinas de brinquedos e doces, onde o trabalho do franqueado é abastecer os equipamentos com produtos e retirar o dinheiro acumulado. Esta é a micro franquia da Mr. Kids, que vem crescendo com franqueados que, na maioria, possuem outros negócios ou até mesmo empregos fixos. Isso porque após estabelecer os acordos comerciais com estabelecimentos como shoppings, hipermercados e outros comércios para a instalação das máquinas que liberam brinquedos e doces após a colocação de moedas, basta apenas gerenciar o negócio de qualquer lugar, abastecer os equipamentos e recolher o dinheiro.

    Marcelo Oliveira, 43 anos, trabalha no ramo da construção civil em Juiz de Fora/MG e hoje já possui 65 máquinas instaladas em shoppings, hipermercados, padarias e lanchonetes. Fatura mais de R$ 12 mil bruto por mês e trabalha de 2 a 3 vezes por semana no negócio. Robson Inga é outro franqueado que complementa a renda mensal com a Mr. Kids. Ele é gerente comercial de um shopping Center em Dourados/MS e tem 77 máquinas de brinquedos e doces e também fatura cerca de R$ 12 mil ao mês trabalhando apenas 8 dias por mês. “Normalmente trabalho aos finais de semana ou em horário de almoço e até à noite se for necessário, mas tem valido a pena”, explica. Ele já realizou acordos de parceria em diversos estabelecimentos para deixar seus equipamentos, como shoppings, hipermercados, panificadoras e pizzarias.

    Eloisa Oliveira Kalaf, 35 anos, é um exemplo de mulher que procurou a Mr. Kids para complementar a renda que possuía na fábrica de equipamentos eletroeletrônicos da família, onde trabalha desde os 14 anos na área Administrativa. Hoje, ela fatura cerca de R$ 7 mil mensais, com 28 máquinas instaladas em shoppings, buffets e supermercados. “Depois que tive minha filha, precisava aumentar a renda e não tive medo de encarar mais uma atividade”, conta ela, que, hoje abastece as máquinas cerca de 2 a 3 vezes por mês. “Minha meta é chegar a um faturamento mensal de R$ 12 mil com o negócio”, completa.
  
   
Antônio Chiarizzi
Desde que foi lançada, em 2012, a Mr. Kids vem crescendo a passos largos e o resultado das vendas tem animado, tanto o fundador, Antonio Chiarizzi, quanto os franqueados. Para garantir qualidade e diferenciais no mercado, a empresa possui um acordo de importação com a fabricante das máquinas no Canadá, que fornece os equipamentos para a Mr. Kids. “Entre a criançada, os produtos fazem o maior sucesso, pois tivemos o cuidado de trazer itens colecionáveis e com licenciamento profissional de personagens, como os da linha da Turma da Mônica, Hanna Barbera, Disney, Marvel, entre outros, todos com certificação do INMETRO e ANVISA. Nosso público consumidor já chega a 170 mil pessoas por mês”, detalha ele.

Com um investimento de apenas R$ 19 mil (R$ 8 mil a Taxa de Franquia, R$ 10 mil inicialmente para a compra de equipamentos e R$ 1.000,00 para o estoque inicial de produtos), já é possível iniciar o negócio. Dependendo do número de máquinas e dos modelos escolhidos pelos franqueado, cujos preços variam de R$ 1.185,00 a R$ 8.920,00, o faturamento mensal pode variar de R$ 2.450,00 a R$ 50 mil ou mais. Mas é na rentabilidade que está o grande retorno: de 40 a 50% sobre o faturamento, uma das maiores do mercado. “Como não cobramos Royalties e não há a necessidade do franqueado ter um ponto comercial nem funcionários, os ganhos são muito interessantes”, completa Chiarizzi.

Em apenas 2 anos de operação, a Mr. Kids já abriu 60 franquias, 30 delas somente no ano passado.

Mr. Kids – Ficha Técnica
Investimento Total: R$ 19 mil
Taxa de Franquia: R$ 8 mil
Taxa de Royalties: não cobra
Taxa de Propaganda: não cobra
Faturamento médio mensal: de R$ 2.450,00 a R$ 50 mil ou mais
Lucratividade: de 40 a 50%
Número de Funcionários: 0
Retorno do Investimento: 15 meses
Prazo do contrato: 3 anos
Contato da Franqueadora: franquia@mrkids.com.br ou 11 5058-2111


sexta-feira, 14 de março de 2014

Dificuldade em conseguir patrocínios faz grupos de teatro aderirem a “vaquinha”

A famosa “vaquinha” está se transformando em opção para grupos de teatro que, com dificuldades de conseguir patrocínio de empresas, mantém viva sua arte através do “patrocínio coletivo”


Se formar ator e prosseguir fazendo teatro no Brasil nunca foi uma tarefa fácil. Mesmo assim, os amantes dessa arte milenar seguem firme com seus sonhos, fundam seus grupos e companhias e, com a cara e a coragem, procuram desenvolver suas linguagens e seus trabalhos.

Em um momento que companhias já consolidadas estão perdendo suas sedes conquistadas com muito esforço, a situação fica ainda mais difícil para grupos mais jovens que tentam a duro custo manter vivo seu trabalho. As leis de incentivo e editais para ocupação de espaços públicos infelizmente estão sempre nas mesmas mãos, e as oportunidades para novos grupos e novos talentos são raras ou inexistentes. Então o que fazer?

Abandonar o teatro não é opção e muito grupos estão aderindo a boa e velha “vaquinha” para dar continuidade aos seus projetos.

Dois exemplos são os grupos Cia. Nó ao Vento e a o Grupo Oba de Teatro.

Fundada em 2010 a Cia. Nó ao Vento iniciou a sua trajetória com a montagem do clássico “Navalha na Carne” de Plínio Marcos, utilizando recursos próprios para manter a peça, o que impossibilitou que a montagem ficasse em cartaz por mais tempo, mesmo depois do sucesso no Fringe de Curitiba.

Hoje o grupo conclui os ensaios da peça “A Caravana da Ilusão”, de Alcione Araújo e busca através da ”vaquinha online” recursos que possibilitem colocar a montagem em cartaz. Contanto com parcerias de profissionais na área de figurino, iluminação e sonoplastia (o que diminui os custos), falta os recursos para viabilizar a confecção de figurinos e cenário e para colocar efetivamente a peça em cartaz, alugando local para temporada. “Temos que superar muitas etapas até conseguir levar a nossa mensagem ao público.

Como optamos por montar um texto já existente, a primeira delas é com relação aos direitos autorais. Depois precisamos conseguir local para os ensaios, já que não temos sede própria. Essas etapas já foram superadas, mas foi só o começo. Temos que pensar e conseguir os recursos para absolutamente tudo. Mas quando está tudo pronto e vemos o brilho nos olhos da plateia, olhamos para trás e vemos que todas as dificuldades valeram a pena”, diz Rita Brafer, atriz e produtora da Cia. Nó ao Vento.

Já o Grupo Oba de Teatro, fundado em 2011 e formado igualmente por atores que a duras penas não deixam morrer o sonho, busca financiamento para levar dois espetáculos ao Fringe/2014: o infantil "Violeta, a Menina Leitora" e o adulto "O Manual". As peças foram selecionadas para a Mostra Fringe e depois de fazer um orçamento o grupo percebeu que não seria possível prosseguir com recursos próprios e está buscando o valor que possibilita essa viagem através da “vaquinha online”. “A equipe de ‘O Manual’ conta com 5 profissionais entre elenco, direção e Produção. E a equipe de ‘Violeta, a Menina Leitora’ tem 12 pessoas trabalhando pelo espetáculo. Todos esses profissionais que estão levando nossa arte para Curitiba, no maior festival de teatro do país, precisam de transporte, alimentação e de um teto nos 3 dias de apresentações. Por isso, buscamos essa ajuda”, diz Tally Mendonça, atriz e produtora do Grupo Oba de Teatro.

O interessante da “vaquinha online” é que qualquer pessoa pode se sensibilizar com o “desejo” de quem cria a “vaquinha” e fazer uma doação a partir de R$ 5,00, o que tem possibilitado a realização de muitos projetos em diversas áreas. Além do teatro, muitos atletas, pessoas que necessitam de cirurgias, custear viagens com objetivos nobres, por exemplo, tem usado esse tipo de patrocínio coletivo para viabilizarem suas metas.

A Cia. Nó ao Vento pretende chegar a um valor de R$ 3.000,00 para concretizar o projeto da peça “A Caravana da Ilusão” e o Grupo Oba de Teatro a um valor de R$ 4.960,00 para conseguir viajar ao Fringe/2014.

Para quem se sensibilizou e quer fazer uma doação os links são:
Cia. Nó ao Vento – Objetivo: colocar peça “A Caravana da Ilusão” em cartaz: http://www10.vakinha.com.br/VaquinhaE.aspx?e=255578

Grupo Oba de Teatro - Objetivo: levar seus dois espetáculos para o  Fringe/2014:  http://www10.vakinha.com.br/VaquinhaE.aspx?e=248000

Para saber mais sobre a Cia. Nó ao Vento e seus projetos acesse o blog www.cianoaovento.blogspot.com. O Grupo Oba de Teatro ainda não possui blog, mas pode ser acessado através de página na rede social Facebook no endereço https://www.facebook.com/grupoobadeteatro .



segunda-feira, 10 de março de 2014

Como evitar superaquecimento do motor durante congestionamentos

Oficina Brasil dá dicas de como agir quando a temperatura do motor sobe mais que o normal durante um engarrafamento

Fila interminável de carros seja no dia a dia ou mesmo nos feriados e finais de semana. O trânsito nas grandes cidades está cada vez pior e o tempo parado com o carro ligado em congestionamentos castiga o motor dos carros. Para evitar o superaquecimento do motor e preservar a saúde do automóvel a Oficina Brasil – maior rede de franquias de serviços automotivos – traz algumas dicas para você cuidar melhor do motor e não ficar na estrada.


Durante os congestionamentos, o aquecimento do motor força a troca mais constante do liquido que circula no motor pelo que está no radiador, assim como a ventilação forçada (ventuinha) liga em espaços menores de tempo. Qualquer irregularidade no sistema pode causar o superaquecimento pelo pouco liquido no sistema, travamento da válvula termostática impedindo a  circulação do líquido ou ainda problemas no acionamento da ventuinha, como explica consultor da Oficina Brasil, Antonio Cesar Costa.

Para evitar problemas, uma medida simples apontada pelo consultor e que o motorista pode fazer quando percebe que vai ficar parado mais do que 3 ou 4 minutos é simplesmente desligar o veículo.

“Essa atitude, além de contribuir com o meio ambiente, ajuda a resfriar o motor. Note que essa medida não impedirá o motor de superaquecer caso haja uma falha no sistema”, lembra Antonio Cesar.

No painel existe a luz que indica o superaquecimento do sistema. Em alguns veículos, existe um ponteiro que indica a temperatura do veículo. O motorista deve ficar atento e sempre verificar se este ponteiro não está subindo além do normal conforme o que indica o manual do proprietário.

Saiba mais sobre a Oficina Brasil
A Oficina Brasil possui 50 unidades espalhadas em diversas regiões é especializada em manutenção de todos os itens da parte de baixo do automóvel (escapamentos, amortecedores, freios, alinhamento e balanceamento, sistema de ar, injeção eletrônica, arrefecimento, suspensão, direção, pneus, troca de óleo, etc.) e dispõe em suas unidades de um ambiente de oficina diferenciado, com recepção climatizada, cyber café, espaço para leitura com mini-biblioteca e TV com programação variada e filmes. O objetivo é oferecer aos clientes momentos de descontração durante a espera pelo reparo do automóvel. 

Para agendar uma revisão gratuita, basta ligar para 0800 19 9977 ou acessar: www.redeoficinabrasil.com.br


Proprietário da franquia REDE BRASIL desiste de ser franqueado e cria rede concorrente

De franqueado a franqueador:

 

Paulo Nemer
Proprietário da franquia REDE BRASIL de aluguel de veículos desiste de ser franqueado e cria rede concorrente, que já conta com 20 unidades

    Ele quis fazer tudo diferente e criar o que nenhuma outra locadora de veículos possuía no mercado. Paulo Nemer, proprietário da Rede Brasil – rede de franquias de aluguel de veículos, de Vitória/ES, iniciou sua carreira como gerente de uma locadora de sua cidade, onde permaneceu por 10 anos. Depois de juntar capital para abrir seu próprio negócio, resolveu, juntamente com outros 2 sócios, investir numa franquia de uma grande rede internacional de aluguel de Veículos – a Avis Rent a Car, mas Paulo queria oferecer alguns diferenciais ao mercado e tinha ideias para implantar serviços inéditos em seu negócio – o que não é permitido em praticamente nenhuma franquia, já que os franqueados precisam seguir rigorosamente os padrões da franqueadora. Foi aí então, que Paulo resolveu mudar de lado e ser um franqueador, após 4 anos como franqueado.

Hoje, 10 anos depois e 20 unidades abertas, Paulo Nemer considera a sua rede de franquias a mais inédita em seu mercado. É a única que leva o automóvel onde o cliente está e depois vai buscá-lo onde for mais cômodo para ele, ou seja, a única onde o check-in e o check-out  não precisam ser feitos na loja. Também é a única que não exige pontos comerciais com pátios de estacionamento para guardar os carros. As lojas são apenas pontos de venda e os automóveis, quando não estão na rua, são levados a estacionamentos próximos. Também é a única que realiza coleta e entrega de materiais, para que clientes que desejam enviar encomendas possam utilizar também à locadora como alternativa a táxis e transportadoras, com muito mais segurança.

    Com todos esses diferenciais diante da concorrência, a REDE BRASIL tem a meta de abrir 8 lojas em 2014, em diversas cidades brasileiras. Segundo Nemer, os diferenciais foram criados para oferecer um serviço com muito mais qualidade e conveniência para os clientes na locação de automóveis. “Para os franqueados, também quisemos oferecer vantagens que o mercado em geral não oferece. Como nossas lojas possuem apenas padronização visual e não há a necessidade de um grande espaço para guardar os carros, os pontos comerciais são menores e, consequentemente, o investimento é bem inferior”, comenta ele.

    Para iniciar o negócio como franqueado, numa cidade de até 250 mil habitantes por exemplo, são necessários apenas 10 veículos e um ponto comercial a partir de 30m². O investimento total neste caso é de R$ 350 mil, já contando com a Taxa de Franquia e os automóveis, que são comprados pelos franqueados com descontos que variam entre 12 e 22%.

    O alvo de expansão da empresa para 2014, além de cidades pequenas, que exigem investimentos inferiores, são capitais que sediarão a Copa do Mundo, como é o caso de São Paulo. Com 20 unidades espalhadas por diversos municípios, a REDE BRASIL é uma oportunidade para ganhar dinheiro sempre que o mercado do Turismo fica aquecido.     Hoje, a rede está presente em 10 Estados Brasileiros e o faturamento de uma loja, com aproximadamente 50 veículos, é de R$ 65 mil.

REDE BRASIL – FICHA TÉCNICA
Investimento total: de R$ 350 mil (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 3,5 milhões (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Taxa de franquia: de R$ 25 mil (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 90 mil (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Taxa de Royalties: valor fixo mensal, que varia de R$ 550,00 (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 2.500,00 (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Taxa de Propaganda: valor fixo mensal, 10% sobre os royalties.
Faturamento médio mensal (1º ano de funcionamento): de R$ 45 mil (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 405 mil (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Capital de Giro: a partir de R$ 15 mil
Prazo de retorno do investimento: a partir de 24 meses
Número de funcionários: de 3 (cidades com até 250 mil habitantes) a 10 (em cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Prazo de Contrato: 5 anos


quinta-feira, 6 de março de 2014

Como o proprietário da Dídio Pizza conseguiu aumentar as vendas com iniciativas simples

Rede de franquias de pizzarias delivery consegue aumento do ticket médio e espera a venda de 714 mil pizzas este ano

A DÍDIO PIZZA – rede de franquias de pizzarias 100% delivery está colhendo os frutos de uma série de iniciativas implantadas na rede em 2012 e 2013. A empresa conseguiu um aumento no valor do ticket médio por loja, que passou de R$ 48,00 para R$ 54,00 e chegou a vender 510 mil pizzas no ano passado.


Elidio Biazini
O aumento das vendas foi resultado de ações simples que, desde 2012, o empresário Elídio Biazini, proprietário da Dídio Pizza, vem realizando na rede. A primeira delas foi conseguir verba junto a grandes fornecedores para ajudar no marketing inaugural das lojas e no Fundo de Propaganda da rede. “A Sadia e a Philadelphia estão patrocinando vouchers de pizzas gratuitas para toda a vizinhança de uma nova loja na semana de inauguração e a Sadia já está repassando um percentual do valor total de compras da rede para o nosso Fundo de Propaganda”, comemora Elídio Biazinini, proprietário da Dídio Pizza. A verba repassada pela Sadia ao Fundo foi utilizada nas campanhas promocionais das lojas, como a impressão de folhetos, confecção de kits de divulgação e outros materiais para ajudar na venda de pizzas. Só para se ter uma ideia do excelente resultado, as ações de panfletagem na primeira semana de inauguração das novas lojas foram revertidas na venda de aproximadamente 2 mil pizzas para cada uma delas.

Outras novidades foi a criação da Central de Atendimento, que direciona os pedidos para as lojas e uma série de mudanças no processo de produção nas cozinhas das unidades, que otimizaram o preparo e a entrega das pizzas. “A central de atendimento vai profissionalizar ainda mais nossa venda, onde os clientes podem programar o pedido para o horário do intervalo do jogo de futebol ou para quando chegarem as visitas, por exemplo, e o nosso sistema de loja ajuda a padronizar o tempo desde o momento da chegada do pedido, até o produto chegar às mãos de nossos entregadores motorizados”, explica Biazini.

O projeto para este ano é dar continuidade às negociações com fornecedores, cada vez mais promissoras, devido ao grande aumento das compras de ingredientes para as pizzas, já que a rede está crescendo e ganhando cada vez mais escala. Só no ano passado, foram comprados pela rede 145 toneladas de farinha, 133 toneladas de mussarela, 93 toneladas de embutidos e 25 toneladas de cream cheese.

Este ano, a Dídio Pizza prevê um aumento de 40% nas vendas de pizzas e a abertura de mais 10 novas franquias. A meta é chegar ao final de 2014 com 714 mil pizzas vendidas.

O investimento para ter uma franquia da Dídio Pizza é de R$ 260 mil, já com a Taxa de Franquia incluída e o franqueado recebe a loja pronta, com todos os equipamentos e mobiliário para começar a trabalhar. O faturamento médio mensal previsto para o primeiro ano de operação é de R$ 70 mil, com uma lucratividade média de 12%.

DÍDIO PIZZA - FICHA TÉCNICA DA FRANQUIA
- Investimento inicial: R$ 260 mil
- Capital de Giro (incluso no investimento inicial): R$ 30 mil
- Taxa de franquia (inclusa no investimento inicial): R$ 40 mil
- Taxa de royalties 5% sobre Faturamento Bruto
- Taxa de Propaganda: 2% sobre Faturamento Bruto
- Faturamento médio mensal de uma loja: R$ 70 mil no primeiro ano
- Metragem mínima de uma loja: 85m²
- Lucratividade do franqueado: Média de 12%
- Retorno do investimento: 27 meses
- Número de funcionários por loja: 25 funcionários (quando a loja já está consolidada)
- Tempo de contrato: 4 anos

Mais informações: www.didio.com.br


quarta-feira, 5 de março de 2014

Miriam Fellipi - exemplo de mulher empreendedora















Miriam Terezinha Fellipi começou a trabalhar como babá aos 11 anos de idade na cidade de Chapecó/SC. Cuidava de 4 crianças, mas acabou se desentendendo com a mais velha, que tinha a mesma idade que a dela e saiu da casa onde trabalhava.

Até os 14 anos, trabalhou como empregada doméstica, mas não porque a família era pobre. Miriam foi criada por uma família que acreditava que o trabalho desde cedo ajudaria os filhos a darem valor ao que possuíam e também a vencer na vida. Miriam tinha 4 irmãos – três irmãs e um irmão – e todas as meninas foram trabalhar como domésticas logo cedo. Seu salário era pago com roupas usadas da família que não serviam mais.

Quando completou 14 anos, foi trabalhar numa loja de roupas como vendedora e lá ficou até completar 18 anos, quando foi contratada pelo então Banco Bamerindus de sua cidade e ingressou na faculdade de Administração de Empresas. Foi então contratada para trabalhar no Frigorífico Chapecó, que já foi considerado um dos maiores do Brasil e lá fez carreira na área de Alimentação.

O sonho era ser empresaria e ter uma pastelaria. Mirian, conta que smepre que passava em frente a uma famosa pastelaria da cidade dizia para si “eu ainda vou comprar essa pastaleria”. Até que em 2003, conseguiu comprar a famosa pastelaria de Chapecó, a Pasteca, realizando toda a reestruturação necessária para sua formatação em empresa franqueadora para em 2013, iniciar o processo de expansão por meio de franquias.

Hoje o faturamento da rede com duas unidades próprias e uma franqueada gira em torno de R$ 3 milhões em 2013 e previsão de salto para R$7milhões em 2014. A rede recém formata agora está em processo de plena expansão no sul do país.