quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Carnaval - conheça os 3 problemas mais comuns em viagens de carro

Oficina Brasil faz ranking dos principais problemas e conta o que se deve fazer quando o carro apresentar alguma falha

A temperatura do motor lá em cima, os pneus com problemas e o freio está esquisito. Conheça os três problemas que mais deixam os motoristas a beira da estrada e acabam com os planos de uma viagem tranquila. Antonio Cesar Costa, consultor técnico da Oficina Brasil – maior rede de franquias de serviços automotivos do Brasil –  montou uma lista com os principais problemas e soluções.
1-    Pneus – Pneus desgastados  com pouca  borracha e  profundidade de sulco , além de diminuir a adesão ao solo,consequentemente diminuindo também a segurança,estão mais sujeitos a penetração de objetos perfurantes, obrigando a paradas para troca de pneus. É bom revisar os pneus antes de enfrentar uma estrada, verificando seu desgaste e profundidade, assim como a calibragem correta, levando-se em conta o peso com o qual se vai viajar. Verificar também o estepe, primeiro para se certificar que ele realmente está onde deveria( existe uma crescente onda de furto de estepes) e segundo verificar se sua calibragem está de acordo (nada mais desagradável do que descobrir que o estepe está “murcho” no meio da estrada).

2-    Arrefecimento- Verificar o nível e a qualidade do liquido do arrefecimento,  também conhecido como “água do radiador”. O sistema de arrefecimento é responsável pela manutenção da temperatura ideal de funcionamento do motor. Caso esse sistema esteja com problemas, durante a viagem, onde o motor atinge altos giros ou mesmo quando enfrentamos um engarrafamento na estrada, pode ocorrer o superaquecimento do motor entrando esse liquido em ebulição - o motor “ferver”. Isso danifica o motor, principalmente o cabeçote que pode vir a empenar. Nesse caso o prejuízo ao bolso é bem salgado.

3-    Freios- Outro cuidado que o motorista precisa ter antes de pegar uma estrada e que deixa muitos na mão, é o  relacionado ao sistema de freios. Peças desgastadas ou com vazamentos, além de por em risco a segurança, podem causar transtornos durante a viagem, e aquilo que deveria ser só lazer, termina em cima de um guincho. Ao pisar no pedal de freio acionamos as quatro rodas e uma quantidade considerável de peças que precisam estar em boas condições. Se a viagem inclui trechos em serra ou grande declives, o sistema de freios tem uma importância ainda maior e deve ser usado junto com o freio motor (descer com uma marcha engatada). Os problemas mais comuns são o superaquecimento das peças de atrito causando uma fadiga dos materiais e a ebulição do fluido de freios (quando este está contaminado). Faça sempre a manutenção preventiva do sistema, obedecendo o que é indicado  no manual do proprietário.

De uma forma geral, antes de “pegar” uma estrada é preciso ter a certeza de que o veículo está em boas condições. Para tanto uma visita ao mecânico é sempre aconselhável. Itens como palhetas, lâmpadas, chave de roda, marcador de combustível, itens de sinalização obrigatória como triângulo e pisca alerta além de uma documentação em dia, também devem ser  observados antes da viagem.


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Lavador de carro conquista negócio próprio e hoje fatura R$ 102mil por mês

Com a ajuda inicial do proprietário da rede de aluguel de automóveis onde trabalhava, ele hoje tem uma franquia e 50 carros como patrimônio

    Geraldo Cordeiro dos Santos, 45 anos, começou a trabalhar na Rede Brasil – rede de franquias de aluguel de veículos de Vitória/ES quanto tinha apenas 25 anos. Sua função era lavar os carros sempre que eram devolvidos pelos clientes e deixá-los pronto para a próxima locação. Depois de 6 anos de trabalho, conseguiu comprar seu primeiro carro com a ajuda do franqueador da rede, Paulo Nemer, que também permitiu que Geraldo alugasse o próprio veículo para clientes de um hotel próximo.

    Dois anos depois, Geraldo comprou seu segundo carro e não parou mais. Em 3 anos já possuía 6 automóveis e abriu seu próprio negócio. Hoje, ele opera a franquia de São Mateus, cidade do Espírito Santo que é divisa da Bahia e sua frota já conta com 50 veículos. “Tive a sorte de ter a ajuda de meu patrão na época, que acreditou em meu potencial como empreendedor. É difícil abrir um negócio onde você precisa comprar automóveis, mas não consegue crédito junto aos bancos porque não possui outros bens. O meu franqueador foi meu avalista e hoje meu negócio fatura R$ 102 mil por mês”, explica Geraldo.

    A franquia de Geraldo Cordeiro dos Santos foi a primeira locadora de automóveis de São Matheus. Hoje, quase todas as redes operam na cidade, mas Geraldo se sente feliz por ser o pioneiro. “Quem abriu este mercado fui eu e hoje meu filho trabalha comigo para termos sucesso juntos”, completa ele.

    Paulo Nemer, proprietário da rede, se sente orgulhoso de Geraldo. “Quando criei a franquia, sempre pensei em poder ajudar empreendedores potenciais e até hoje buscamos sempre ajudar os franqueados no início do negócio”, conta.

    A Rede Brasil tem 20 anos de existência e hoje está presente em 10 Estados brasileiros com 20 franquias. A meta da empresa para 2014 é a abertura de mais 8 lojas em diversas cidades a partir de 250 mil habitantes. Além das cidades menores, a Rede Brasil está de olho nas capitais que sediarão a Copa do Mundo, como é o caso de São Paulo, quando o mercado de locação de automóveis deve faturar 30% a mais.

REDE BRASIL – FICHA TÉCNICA
Investimento total: de R$ 350 mil (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 3,5 milhões (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Taxa de franquia: de R$ 25 mil (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 90 mil (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Taxa de Royalties: valor fixo mensal, que varia de R$ 550,00 (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 2.500,00 (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Taxa de Propaganda: valor fixo mensal, 10% sobre os royalties.
Faturamento médio mensal (1º ano de funcionamento): de R$ 45 mil (cidades com até 250 mil habitantes) a R$ 405 mil (para cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Capital de Giro: a partir de R$ 15 mil
Prazo de retorno do investimento: a partir de 24 meses
Número de funcionários: de 3 (cidades com até 250 mil habitantes) a 10 (em cidades acima de 1 milhão de habitantes)
Prazo de Contrato: 5 anos


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Mulheres à frente de franquias já representam 48% do total de franqueados no Brasil


Pesquisa aponta que mais de 7 mil mulheres adquiriram uma franquia em 2013 e faturamento dos negócios operados por mulheres é 34% maior do que as franquias com homens no comando

    Hoje no Brasil existem mais de 65 mil mulheres comandando uma franquia, o que representa 48% de todos os franqueados brasileiros e quase 500 mil mulheres se candidataram à compra de uma franquia em 2013, segundo a pesquisa anual do perfil do franqueado brasileiro, da Rizzo Franchise – a maior empresa de pesquisas sobre o Franchising em toda a América Latina.

    Os setores mais procurados pelas mulheres para abrir uma franquia ainda são os de Saúde & Beleza, Acessórios Pessoais e Fast Food, mas segundo o especialista em Franchising, Marcus Rizzo, que é também o autor da pesquisa, setores como Negócios & Serviços, postos de gasolina, oficinas mecânicas e outros, considerados no passado como negócios “masculinos”, estão recebendo cada vez mais mulheres no comando.

    A pesquisa também apurou que o faturamento das franquias operadas por mulheres é 34% maior do que nos negócios operados por homens. “Isso acontece porque as mulheres têm características que permitem maior flexibilidade nos negócios e, consequentemente, maiores resultados, como: maior disponibilidade para aprender, maior estabilidade para lidar com a equipe de funcionários e maior presença no dia-a-dia dos negócios”, explica Rizzo.

    Eloisa Oliveira Kalaf, 35 anos, é um exemplo de mulher que procurou uma franquia para complementar a renda que possuía na fábrica de equipamentos eletroeletrônicos da família, onde trabalha desde os 14 anos na área Administrativa. Ela adquiriu uma franquia da Mr. Kids – rede de franquias de máquinas de brinquedos e doces para crianças e hoje fatura cerca de R% 7 mil mensais, com 28 máquinas instaladas em shoppings, buffets e supermercados. “Depois que tive minha filha, precisava aumentar a renda e não tive medo de encarar mais uma atividade”, conta ela, que, hoje abastece as máquinas cerca de 2 a 3 vezes por mês. “Minha meta é chegar a um faturamento mensal de R$ 12 mil com o negócio”, completa ela.

    O especialista Marcus Rizzo lista as principais características das mulheres franqueadas que estão faturando mais do que os homens nas franquias:
•    Mulheres são mais focadas – se estiverem realmente interessadas no negócio, vão fundo até conseguir o que desejam.
•    Mulheres são auto motivadas, ou seja, buscam o resultado e a satisfação, antes mesmo da recompensa financeira.
•    Mulheres não precisam de muito estímulo – na busca de um negócio e na sua administração, tudo é estimulante.
•    Mulheres decidem, são verdadeiros “tratores” para resolver problemas.
•    Mulheres ouvem mais – querem aprender e são mais curiosas.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Coxinha Du Chef vende 5 franquias em 1 mês

Sucesso do modelo do negócio, com coxinhas servidas em cones com 6 e 12 unidades e superação da meta de faturamento têm atraído interessados de todas as regiões de São Paulo e até do interior do Estado

Os proprietários da franquia Coxinha Du Chef  estão rindo à toa. Não imaginavam que em pouco tempo do lançamento da franquia, teriam tantas pessoas interessadas no negócio. Em apenas 1 mês – janeiro de 2014 – a empresa comercializou 5 franquias, todas na capital paulista: 1 para a Zona Leste, 3 para a Zona Oeste e 1 para a Zona Sul. “Temos candidatos até para outras cidades do interior de São Paulo”, afirma Renato Iarussi, um dos proprietários da rede.
Segundo os franqueadores, o sucesso do negócio está na localização dos pontos, que sempre ficam em locais com grande quantidade de pedestres e da grande quantidade de coxinhas vendidas por dia. “Cada loja chega a vender quase 5 mil coxinhas por dia e o nosso primeiro franqueado, do bairro da Lapa, já quintuplicou o faturamento previsto em menos de 2 meses de operação. Sinceramente, não imaginávamos que isso iria acontecer”, explica Renato.
A rede conta hoje com apenas 4 lojas, mas segundo o franqueador, onde uma unidade é aberta, o alvoroço é geral. “Nosso franqueado da Lapa abriu uma loja bem em frente de um ponto de ônibus, onde sempre há fila de pessoas em horário de pico. Aí, ele prepara os cones, sai da loja e vai vender na fila. Como as coxinhas ficam prontas em apenas 2 minutos, o sucesso da iniciativa é tão grande, que a loja já virou parada obrigatória para muitas pessoas que estão indo ou voltando do trabalho”, afirma o empresário.
    A Coxinha Du Chef vai abrir mais 35 lojas este ano, todas com metragem compacta (a partir de 40 m²) e uma operação extremamente simples, onde o franqueado e os funcionários têm apenas o trabalho de receber as coxinhas prontas, fritá-las na hora e servir os clientes. Com um investimento de R$ 110 mil, a loja é montada e equipada para começar a operação em 40 ou 50 dias.
    Os produtos são todos servidos em cones de 6 ou 12 unidades: coxinhas salgadas (4 sabores – frango, calabresa, queijo e bife à parmegiana), mini kibe recheado com queijo e as coxinhas doces (2 sabores – doce de leite e brigadeiro). O cone com 6 unidades custa R$ 3,00 e o cone com 12 unidades das coxinhas custa R$ 3,50. Apenas o cone com 12 unidades de mini kibe custa R$ 4,00.

Coxinha Du Chef – Ficha Técnica
Investimento total (com Taxa de franquia) – R$ 110 mil
Taxa de Franquia – R$ 30 mil
Taxa de Royalties – 5% sobre o faturamento bruto
Taxa de Propaganda – 2% sobre o faturamento bruto
Capital de Giro – R$ 10 mil
Número de funcionários – 3 a 4
Faturamento médio mensal – R$ 40 mil
Lucratividade - 15%
Prazo do retorno do Investimento - 18 meses
Tempo de contrato – 5 anos
Informações: www.coxinhaduchef.com.br


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Setor de Fast Food gerou mais de 160 mil empregos em 2013

Pesquisa aponta o setor de Fast Food como o campeão em número de marcas atuando no Franchising no Brasil


    A RIZZO FRANCHISE – maior consultoria de pesquisas sobre o Franchising em toda a América Latina – acaba de divulgar o balanço do desempenho do setor de Fast Food no Brasil em 2013. Somente no ano passado, foram abertas 1.454 novas unidades de diversas marcas, totalizando 13.643 franquias em operação.
    O Fast Food é o campeão em número de franqueadores (marcas) do Franchising no Brasil: são 370 empresas atuando neste modelo de negócio até o final de 2013. O número total de empregos diretos gerados pelo fast food em 2013 também apresentou alta em relação a 2012: foram 161.325 novos empregos diretos durante todo o ano passado – cerca de 20 mil a mais do que em 2012.
    O faturamento gerado pelo Fast Food brasileiro, segundo resultado da pesquisa, passou de R$ 8,3 bilhões em 2012 para R$ 9,3 bilhões em 2013, uma alta de R$ 1 bilhão.
    Os resultados do setor são confirmados por franquias que atuam no mercado e que comemoram os números de faturamento de seus negócios em 2013. A Dídio Pizza – franquia de pizzarias delivery, que possui 23 unidades em operação, saltou de R$ 14 milhões em 2012 para R$ 22 milhões em 2013, com a venda de 510 mil pizzas e a previsão de crescimento para 2014 é de 47%.
    Uma outra franquia que registrou alta e não pára de crescer é a Coxinha Du Chef – rede de fast food de coxinhas vendidas em cones de 6 ou 12 unidades. A rede, que possui apenas 4 unidades, praticamente triplicou o faturamento em 2013 – saltou de R$ 280 mil em 2012, para R$ 800 mil em 2013. Somente em janeiro deste ano, a rede já vendeu mais 5 franquias, 4 delas na capital paulista e 1 no interior do estado de São Paulo.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Dídio Pizza aumenta o ticket médio de R$ 48 para R$ 54 e fecha o ano de 2013 com 510 mil pizzas vendidas

Rede que já atende 180 mil clientes por mês, com 23 lojas, faturou R$ 22 milhões em 2013 espera a venda de 714 mil pizzas este ano


A DÍDIO PIZZA – rede de franquias de pizzarias 100% delivery prevê um aumento de 40% nas vendas de pizzas em 2014. No ano passado foram 510 mil pizzas vendidas em toda a rede, que conta hoje com 23 unidades, e um faturamento que ultrapassou os R$ 22 milhões. A rede também comemora o aumento do ticket médio, de R$ 48,00 para R$ 54,00 e este ano, vai abrir mais 10 lojas, ainda com alvo na Grande São Paulo. “O sucesso do nosso negócio é o delivery, com foco na entrega rápida e de qualidade, então precisamos conquistar todas as áreas de São Paulo onde ainda não estamos presentes para consolidar a nossa marca e não deixar nenhum paulistano sem a pizza da Dídio Pizza”, afirma o empresário Elídio Biazini, fundador da empresa.
Os motivos que levaram a rede a alcançar números tão expressivos, que se refletem também em expressivo consumo de ingredientes (foram 145 toneladas de farinha e 133 toneladas de mussarella, 93 toneladas de embutidos e 25 toneladas de cream cheese em 2013), estão numa série de ações que a rede vem implantando para dar um salto no mercado. No ano passado já entrou em teste a Central de Atendimento única, que direciona os pedidos para as lojas e uma série de mudanças no processo de produção nas cozinhas das unidades, que otimizaram o preparo e a entrega das pizzas. “A central de atendimento vai profissionalizar ainda mais nossa venda, onde os clientes podem programar o pedido para o horário do intervalo do jogo de futebol ou para quando chegarem as visitas, por exemplo, e o nosso sistema de loja ajuda a padronizar o tempo desde o momento da chegada do pedido, até o produto chegar às mãos de nossos entregadores motorizados”, explica Biazini., que comemora o aumento do ticket médio, de R$ 48,00 em 2012 para R$ 54,00 em 2013.
A Dídio Pizza já está à procura de pontos comerciais para abrir unidades este ano em diversos bairros da capital paulista, além de municípios como São Bernardo, Santo André e Guarulhos. O investimento para ter uma franquia da Dídio Pizza é de R$ 260 mil, já com a Taxa de Franquia incluída e o franqueado recebe a loja pronta, com todos os equipamentos e mobiliário para começar a trabalhar. O faturamento médio mensal previsto para o primeiro ano de operação é de R$ 70 mil, com uma lucratividade média de 12%.
A Dídio Pizza possui mais de 20 anos de experiência no mercado de Alimentação e vai continuar investindo em diferenciais competitivos no mercado. É a única pizzaria delivery que fornece curso de direção defensiva e de atendimento ao consumidor para os entregadores motorizados, que são admitidos com registro em carteira e todos os benefícios da CLT,  para que possam representar a marca em cada residência ou comércio onde entregam as pizzas. Além disso, é conhecida pelo exagero nos ingredientes das pizzas, cerca de 200 g a mais em comparação a outras do mercado e pelos sabores diferenciados, como a premiada Marguerita com Peperoni e a pizza de Abobrinha e a parceria com a Nestlé nos sabores doces, com receitas especiais para as pizzas, como a de Brigadeiro e a de Maracujá, entre outras. Além das mais tradicionais, a Dídio Pizza também lançou uma linha light de pizzas com massa 100% integral, voltada ao público preocupado com as calorias.

DÍDIO PIZZA - FICHA TÉCNICA DA FRANQUIA
- Investimento inicial: R$ 260 mil
- Capital de Giro (incluso no investimento inicial): R$ 30 mil
- Taxa de franquia (inclusa no investimento inicial): R$ 40 mil
- Taxa de royalties 5% sobre Faturamento Bruto
- Taxa de Propaganda: 2% sobre Faturamento Bruto
- Faturamento médio mensal de uma loja: R$ 70 mil no primeiro ano
- Metragem mínima de uma loja: 85m²
- Lucratividade do franqueado: Média de 12%
- Retorno do investimento: 27 meses
- Número de funcionários por loja: 25 funcionários (quando a loja já está consolidada)
- Tempo de contrato: 4 anos

Mais informações: www.didio.com.br




terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Oficina Brasil ensina como cuidar do ar condicionado e se preparar para os dias quentes de trânsito

Para manter o ar condicionado sempre em dia, é necessária uma revisão e reciclagem do gás uma vez a cada dois anos, pelo menos.

Calor escaldante, um trânsito complicado e você ainda tem que ficar com as janelas abertas porque o ar condicionado do carro não está dando conta? A cena não é incomum e o responsável pelo mau funcionamento do aparelho pode ser o gás do ar condicionado.  A Oficina Brasil – rede de franquias de serviços automotivos – traz algumas dicas e ensina que medidas simples maximizam a vida útil e garante o bom funcionamento do sistema.

Conforme Antônio César Costa, consultor da Oficina Brasil, o brasileiro, apesar da massiva popularização do sistema de ar nos carros, ainda não acostumou-se a pensar na manutenção do ar condicionado como algo importante e que deve ser feito regularmente.

- Se formos ver o ar condicionado está popularizando-se mesmo só agora e ninguém entende muito bem como deve cuidar do equipamento que vai perdendo gás e eficiência com o passar do tempo. As pessoas sempre fazem a revisão de freios e outros sistemas mas esquecem do ar condicionado– explica Antônio César.

Conforme os técnicos da Oficina Brasil, o sistema perde naturalmente, em média, cerca de 50gr de gás por ano. Um carro popular, como o Uno Mile da Fiat, usa em seu ar condicionado cerca 450gr de gás e caso ele não seja reposto e tratado a cada 2 ou 3 anos a perda total pode ser de até 150gr. Com essa baixa no nível e também com desgaste do gás que fica “sujo” com o uso a eficiência do aparelho fica prejudicada.
Para manter o ar condicionado sempre em dia, é necessária uma revisão e reciclagem do gás uma vez a cada dois anos, pelo menos.  Para fazer esse trabalho, uma maquina recicladora limpa e repõem o gás no sistema o tornando novamente eficiente. Na Oficina Brasil, esse serviço é feito em algumas das unidades espalhadas pelo país. Todo o processo dura cerca de 30 minutos e custa em média R$ 160.




Saiba mais sobre a Oficina Brasil
A Oficina Brasil possui 63 unidades distribuídas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraíba, Ceará, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte e Alagoas. Possui técnicos treinados em todos os itens de manutenção da parte de baixo do automóvel (escapamentos, amortecedores, freios, alinhamento e balanceamento, sistema de ar, pneus e troca de óleo) e dispõe em suas unidades de um ambiente de oficina diferenciado, com recepção climatizada, cyber café, espaço para leitura com mini-biblioteca e TV com programação variada e filmes.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

DÍDIO PIZZA fecha o ano de 2013 com 510 mil pizzas vendidas e meta para este ano sobre para 714 mil


Rede que já atende 180 mil clientes por mês, com 23 lojas, fatura R$ 22 milhões em 2013 e aumenta ticket médio de R$ 48,00 para R$ 54,00

A DÍDIO PIZZA – rede de franquias de pizzarias 100% delivery prevê um aumento de 40% nas vendas de pizzas em 2014. No ano passado foram 510 mil pizzas vendidas em toda a rede, que conta hoje com 23 unidades, e um faturamento que ultrapassou os R$ 22 milhões. Para este ano, além do aumento nas vendas, a rede também vai abrir mais 10 lojas, ainda com alvo na Grande São Paulo. “O sucesso do nosso negócio é o delivery, com foco na entrega rápida e de qualidade, então precisamos conquistar todas as áreas de São Paulo onde ainda não estamos presentes para consolidar a nossa marca e não deixar nenhum paulistano sem a pizza da Dídio Pizza”, afirma o empresário Elídio Biazini, fundador da empresa.
Os motivos que levaram a rede a alcançar números tão expressivos, que se refletem também em consumo de ingredientes (foram 145 toneladas de farinha e 133 toneladas de mussarella, 93 toneladas de embutidos e 25 toneladas de cream cheese em 2013), estão numa série de ações que a rede vem implantando para dar um salto no mercado. No ano passado já entrou em teste a Central de Atendimento única, que direciona os pedidos para as lojas e uma série de mudanças no processo de produção nas cozinhas das unidades, que otimizaram o preparo e a entrega das pizzas. “A central de atendimento vai profissionalizar ainda mais nossa venda, onde os clientes podem programar o pedido para o horário do intervalo do jogo de futebol ou para quando chegarem as visitas, por exemplo, e o nosso sistema de loja ajuda a padronizar o tempo desde o momento da chegada do pedido, até o produto chegar às mãos de nossos entregadores motorizados”, explica Biazini, que comemora o aumento do ticket médio, de R$ 48,00 em 2012 para R$ 54,00 em 2013.
A Dídio Pizza já está à procura de pontos comerciais para abrir unidades este ano em diversos bairros da capital paulista, além de municípios como São Bernardo, Santo André e Guarulhos. O investimento para ter uma franquia da Dídio Pizza é de R$ 260 mil, já com a Taxa de Franquia incluída e o franqueado recebe a loja pronta, com todos os equipamentos e mobiliário para começar a trabalhar. O faturamento médio mensal previsto para o primeiro ano de operação é de R$ 70 mil, com uma lucratividade média de 12%.
A Dídio Pizza possui mais de 20 anos de experiência no mercado de Alimentação e vai continuar investindo em diferenciais competitivos no mercado. É a única pizzaria delivery que fornece curso de direção defensiva e de atendimento ao consumidor para os entregadores motorizados, que são admitidos com registro em carteira e todos os benefícios da CLT,  para que possam representar a marca em cada residência ou comércio onde entregam as pizzas. Além disso, é conhecida pelo exagero nos ingredientes das pizzas, cerca de 200 g a mais em comparação a outras do mercado e pelos sabores diferenciados, como a premiada Marguerita com Peperoni e a pizza de Abobrinha e a parceria com a Nestlé nos sabores doces, com receitas especiais para as pizzas, como a de Brigadeiro e a de Maracujá, entre outras. Além das mais tradicionais, a Dídio Pizza também lançou uma linha light de pizzas com massa 100% integral, voltada ao público preocupado com as calorias.


DÍDIO PIZZA - FICHA TÉCNICA DA FRANQUIA
- Investimento inicial: R$ 260 mil
- Capital de Giro (incluso no investimento inicial): R$ 30 mil
- Taxa de franquia (inclusa no investimento inicial): R$ 40 mil
- Taxa de royalties 5% sobre Faturamento Bruto
- Taxa de Propaganda: 2% sobre Faturamento Bruto
- Faturamento médio mensal de uma loja: R$ 70 mil no primeiro ano
- Metragem mínima de uma loja: 85m²
- Lucratividade do franqueado: Média de 12%
- Retorno do investimento: 27 meses
- Número de funcionários por loja: 25 funcionários (quando a loja já está consolidada)
- Tempo de contrato: 4 anos

Mais informações: www.didio.com.br

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

PRIMICIA vai abrir 12 lojas em 2014 e consolidar a marca agora em seu próprio varejo

Depois de 60 anos liderando o mercado de malas e acessórios, com venda no varejo multimarcas, a PRIMICIA abre sua própria rede de lojas e expande com a venda de franquias em diversas cidades brasileiras

A PRIMICIA – marca líder no segmento de malas e acessórios para viagens há 60 anos – quer agora um novo desafio: alcançar a liderança também no varejo, com a abertura de lojas que levam o nome da marca em diversas regiões do país. Segundo o diretor superintendente da empresa, Roberto Postel, o principal fator que motivou a ida da Primicia para o varejo próprio foram os próprios consumidores acostumados a pedir produtos da marca e não encontrar as mesmas linhas e preços em diferentes lojas de malas. “Nossos produtos têm um público fiel, que aprecia a qualidade e durabilidade de nossas malas e acessórios, mas dificilmente encontrava todos num único lugar, pois no varejo multimarcas, as lojas têm liberdade de comercializar apenas parte de nosso mix. Com as lojas da Primicia, o público poderá encontrar uma grande variedade num único lugar e ainda saber que é uma empresa sólida e tradicional quem está comercializando os produtos”, explica.

Para testar o varejo, com lojas da marca, a Primicia abriu primeiramente 10 lojas próprias em 2012 e formatou a empresa para o Franchising. Somente depois, em 2013, é que iniciou a venda de franquias. Hoje, já são 3 lojas franqueadas – uma na capital paulista, outra em Ribeirão Preto/SP e a terceira em Porto Alegre. A meta é a abertura de mais 12 unidades em 2014, todas franqueadas. O plano de expansão também é estratégico: a empresa vai priorizar o interior do Estado de São Paulo e diversas cidades dos Estados de Santa Catarina, Paraná e Porto Alegre. Para isso, está negociando pontos comerciais com vários shoppings e também em ruas de grande movimento.
O mix das lojas é composto de aproximadamente 1.000 produtos, distribuídos entre as linhas Viagem (malas, sacolas, frasqueiras e acessórios), Executiva (pastas, mochilas e maletas), Escolar (mochilas, mochilas com carrinho, lancheiras e garrafas), Esportiva (mochilas e sacolas), Feminina (bolsas e carteiras) e Couro (pastas, bolsas e carteiras). O faturamento da rede de lojas no ano passado foi de R$ 13,7 milhões.

O investimento total para uma franquia da PRIMICIA é de R$ 395 mil, já incluída a Taxa de Franquia, que é de R$ 40 mil. Cada loja está programada para um atendimento de cerca de 800 clientes ao mês e faturamento médio mensal de R$ 120 mil, com uma rentabilidade que fica entre 10 e 14% para os franqueados.


Ficha Técnica – PRIMICIA
Investimento total – R$ 395 mil
Taxa de Franquia – R$ 40 mil
Taxa de Royalties – 5% sobre as compras
Taxa de Propaganda – 3% sobre o faturamento bruto
Faturamento médio mensal – R$ 120 mil
Lucratividade – 10 a 14%
Capital de Giro – R$ 29 mil
Número de Funcionários por loja – 5
Prazo de retorno do investimento: 36 meses
Tempo de Contrato – 5 anos
Informações – www.PRIMICIA.com.br / franquia@PRIMICIA.com.br