quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Franquias que vendem produtos para a Classe C precisam acertar na instalação do ponto comercial

O especialista em franquias Marcus Rizzo explica os fatores que levam as franquias que comercializam produtos baratos ao sucesso

Cresce cada vez mais o número de franquias que vendem produtos populares e baratos, que vão desde refeições por quilo, lanches, bijuterias e diversos tipos de serviço. Mas, será que pelo fato do ticket médio ser menor numa franquia como essas, mesmo assim trata-se de um negócio lucrativo? Para o consultor e especialista em franquias da Rizzo Franchise, Marcus Rizzo, o segredo do sucesso das franquias que vendem produtos e serviços populares está na escolha do ponto e na experiência do franqueador.
“Nesse tipo de negócio é fundamental a instalação das lojas em locais chamados de passagem, ou seja, onde haja um grande tráfego de pessoas por dia”, explica Rizzo. E, segundo o consultor, é preciso avaliar se o franqueador possui técnicas de localização, avaliação e negociação do ponto comercial. “É importante avaliar se o franqueador tem experiência na operação do negócio. Não adianta ser  uma rede que vende produtos atrativos e baratos, se o franqueador não sabe exatamente quais são as margens de lucro”, acrescenta. “Mas, mesmo vendendo produtos mais baratos, se houver um grande volume de transações de caixa, baixos investimentos para a instalação e altas receitas, esse tipo de franquia poderá ser mais lucrativa do que um negócio que vende artigos de luxo, por exemplo”, completa Rizzo.

Um exemplo de franquia que vende produtos muito baratos e acertou nas técnicas de escolha dos pontos comerciais é a Coxinha Du Chef, que comercializa mini coxinhas salgadas e doces em cones com 12 unidades, ao preço de R$ 3,50. As lojas são extremamente compactas e cabem em qualquer lugar onde haja grande circulação de pessoas indo ou voltando do trabalho. Os pontos escolhidos para as 3 lojas próprias existentes hoje foram estudadas e planejadas estrategicamente para um grande volume de vendas, uma delas está localizada na Praça da República, centro da capital paulista e as outras 2 ficam em Santo Amaro, próximas ao Largo 13 de maio.
O conceito do negócio, criado pelos sócios da empresas deu tão certo, que as lojas já pagaram suas despesas logo no segundo mês de vida e alcançaram um faturamento bem acima da média calculada. A Coxinha Du Chef é uma oportunidade de negócio para quem deseja sucesso na venda de produtos praticamente sem concorrência no mercado de alimentação, devido ao conceito do snack, que pode ser consumido a qualquer hora e em qualquer lugar, por pessoas de todas as classes sociais. Até o mês de julho de 2013, a pequena rede que agora começa a expansão por franquias já faturas R$ 280 mil por mês e a previsão de crescimento até o final do ano é de 30%. Cada loja está projetada para um faturamento médio de R$ 40 mil mensais, com uma lucratividade de cerca de 15% para o franqueado.


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Franquias do Setor Financeiro faturam mais de R$ 2 bilhões no país

Crescimento do crédito consignado para aposentados e juros baixos para planos de financiamento individual fazem franquias do setor dispararem nas vendas
   
A Rizzo Franchise – maior empresa de pesquisas do Franchising em toda a América Latina – acaba de divulgar os números do setor Financeiro, um dos 26 setores que classificam os tipos de franquias e inclui os correspondentes bancários, lojas de empréstimos consignados, financeira, cobrança e seguros.
O setor é formado por 36 empresas franqueadoras que, juntas, já abriram 1.651 unidades em todo o país. O faturamento de todas elas já representa mais de R$ 2 bilhões do faturamento total do Franchising no país e gera, hoje, 6.834 empregos diretos.
O grande crescimento do crédito consignado para aposentados e as facilidades para empréstimos pessoais, que possuem taxas muito mais atraentes do que os próprios bancos, são os principais fatores de crescimento dessas franquias hoje no Brasil. A CREDFÁCIL , por exemplo, abriu 10 novas franquias até o mês de setembro deste ano, o equivalente a uma nova loja por mês, em diversas localidades brasileiras, principalmente em cidades menores, onde o acesso bancário ainda é restrito. Com isso a rede passa a ter 90 franquias ao todo, sem falar das inaugurações previstas até o final de ano.
    Mas não é só pela facilidade do crédito mesmo a pessoas negativadas que as franquias do setor Financeiro vem crescendo em todo o Brasil com a abertura de um número bem maior de lojas do que nos outros anos. Segundo André de Oliveira, proprietário da rede CREDFÁCIL, o bom faturamento das lojas e a alta rentabilidade oferecida aos franqueados é o principal motivo que tem atraído mais candidatos à Credfácil. “Uma loja bem trabalhada, com um franqueado que goste de fazer relacionamentos e criar uma carteira de clientes fiéis, chega a faturar R$ 200 mil mensais, com uma rentabilidade de 12%. Além disso, todas as vendas realizadas são comissionadas imediatamente, então o franqueado não precisa se preocupar em prazos para receber o que vendeu”, diz.
    Além dos créditos pessoais, consignado, crédito para servidores públicos e diversos tipos de financiamento, dois serviços da Credfácil, segundo Oliveira, têm traído bastante o público: o refinanciamento de imóveis e o financiamento de automóveis e equipamentos, incluindo máquinas agrícolas.


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Cresce 95% o número de candidatos a franquias com mais de 55 anos em 2013

Pesquisa da Rizzo Franchise revela que o número de pessoas mais velhas interessadas em abrir uma franquia em 2013 já é quase o dobro em relação ao ano passado e o setor preferido é o de Fast Food

    A Rizzo Franchise - maior empresa de pesquisas sobre o sistema de Franchising da América Latina, que todos os anos divulgar o crescimento do número de pessoas interessadas em abrir uma franquia, aponta para um crescimento curioso e acima do normal este ano: o número de pessoas com 55 anos ou mais que atualmente procuram uma franquia para investir subiu de 29.449 em 2012 para 57.299 em 2013, um crescimento de aproximadamente 95%.
    Segundo o consultor e especialista em Franchising, Marcus Rizzo, da Rizzo Franchise, este crescimento, apesar de inédito, reflete o comportamento atual dos trabalhadores acima dos 50 anos, que preferem continuar trabalhando em algo lucrativo e prazeroso, ao invés de pararem as atividades com a proximidade da aposentadoria. “As franquias proporcionam um trabalho no qual as pessoas se identificam com o tipo de negócio que escolhem, então é natural que após anos e anos de carreira, as pessoas acima dos 50 anos procurem uma atividade onde possam unir o prazer de fazer o que gostam com a lucratividade do negócio próprio que, no caso das franquias, já vem pronto para operar”, explica Rizzo.
    A pesquisa também mostrou que 79% dos candidatos a franquias com mais de 50 anos querem a família envolvida no negócio e que os setores mais procurados por esta faixa etária são: 1º lugar - Fast Food (25,48%) / 2º lugar – Vestuário (14,21%) / 3º lugar – Alimentação Especializada (13,17%).
Ainda segundo Marcus Rizzo, outro fato interessante que vem exatamente ao encontro dos dados desta pesquisa é a preferência também cada vez maior de franqueadores por franqueados mais velhos, que já tenham vasta experiência profissional e desejam estabilidade financeira dirigindo o próprio negócio.

Franquia para maiores de 50
Um exemplo de franquia que confirma a tendência do crescimento do número de franqueados mais velhos é a ERA – Expense Reduction Analysts, uma franquia no estilo home based, de consultoria de redução de custos para empresas. “Atualmente, 50% dos nossos franqueados possuem mais de 50 anos e esse é o perfil que continuamos a buscar para o nosso negócio”, afirma Fernando Macedo, Master franqueado da ERA para o Brasil. Segundo ele, a vasta experiência em gestão de empresas e uma longa carreira como executivos que já lidavam no mundo corporativo são fatores essenciais para o sucesso da franquia de consultoria inglesa, que possui mais de 700 franqueados em todo o mundo. “Outro diferencial da franquia da ERA é que os franqueados somam suas experiências de anos para trabalharem em conjunto, reunindo suas diferentes especialidades profissionais para renegociar custos das empresas e apresentar melhores resultados”, completa Macedo.



Casa do Notebook faz 25 anos e quer expandir para o Nordeste

Venda de notebooks, tablets e smartphones dispara no mercado brasileiro e carência de estabelecimentos confiáveis para a assistência técnica faz franquia chegar a 50 lojas em 2013.

A Casa do Notebook – rede de franquias de assistência técnica e venda de acessórios para notebooks - está comemorando 25 anos e o crescimento constante num mercado onde a carência por este tipo de serviço profissional no varejo é muito grande. A rede, que hoje possui 44 unidades já comercializou mais 6 franquias desde o início desse segundo semestre e está apostando em lojas no nordeste do país.

“A venda de notebooks ultrapassou a de desktops em 2011. Em 2013 a previsão mundial é de alcançar o total de 207 milhões de notebooks vendidos. Por sua vez, os tablets e smartphones vêm superando todas as expectativas e a Casa do Notebook já oferece serviços de assistência técnica e venda de acessórios e peças para esses portáteis. O crescimento econômico do nordeste e o aumento no consumo de tecnologia o coloca no nosso foco direto para expansão. Temos certeza que aqui podemos crescer muito”, explica Paulo Castanho, diretor da empresa.

Segundo Castanho, não é somente o aquecimento do mercado e a falta de mão de obra especializada e confiável que tem feito a Casa do Notebook ser tão procurada no último ano para a venda de franquias. “As lojas são extremamente funcionais e o custo é infinitamente inferior a uma franquia deste segmento”, declara ele. As lojas são pequenas, de 35m² a 50 m² e possuem duas áreas: o atendimento ao cliente, com a recepção dos equipamentos e venda de acessórios e peças e um pequeno laboratório técnico ao fundo.

Com um investimento a partir de R$ 85 mil é possível ter uma loja montada e equipada, com todo o treinamento necessário aos franqueados, em cidades até 200 mil habitantes. Uma característica que também tem atraído muitos investidores à Casa do Notebook é o fato dos franqueados terem total liberdade para fechar contratos e vender produtos de diversos fornecedores, sem precisarem repassar uma porcentagem do faturamento à franqueadora, já que os royalties são fixos. “Além disso, é uma das franquias que possuem a lucratividade mais alta do mercado. Uma loja, cujo faturamento médio é de R$ 30 mil, pode render uma lucratividade de 25% aos franqueados”, detalha Castanho.

 Até o final deste ano, as 6 novas unidades comercializadas serão inauguradas nas cidades de Belo Horizonte/MG, Araguaína/TO, São Bernardo do Campo/SP, Pouso Alegre/MG, Teresina/PI e Santo André/SP. A meta da empresa para 2014 é alcançar 70 unidades em operação e, em 5 anos, chegar a 200 lojas em todo o país. A Casa do Notebook fechou o ano de 2012 com um faturamento de R$ 8 milhões e deve chegar aos R$ 10 milhões até dezembro deste ano.


Casa do Notebook – Ficha Técnica
Investimento total (com Taxa de Franquia):
R$ 85 mil – para cidades até 200 mil habitantes
R$ 105 mil – para cidades acima de 200 mil a 500 mil habitantes
R$ 125 mil – para cidades acima de 500 mil habitantes
Taxa de franquia:
R$ 35 mil  - para cidades até 200 mil habitantes.
R$ 45 mil – para cidades entre 200 mil e 500 mil habitantes.
R$ 60 mil – para cidades acima de 500 mil habitantes e Capitais
Taxa de Royalties:
R$ 1.440,00 - para cidades até 200 mil habitantes
R$ 2.400,00 – para cidades acima de 200 mil até 500 mil habitantes
R$ 2,880,00 – para cidades acima de 500 mil habitantes
Capital de Giro: R$ 20 mil
Faturamento médio mensal: R$ 30 mil
Lucratividade: 25%
Prazo do retorno do investimento: 24 meses
Número de funcionários por loja: 3
Prazo de Contrato: 4 anos
Contato: www.casadonotebook.com.br


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Erechim é escolhida a primeira cidade do Rio Grande do Sul a receber uma franquia da Pasteca


Pela primeira vez em Erechim, uma franquia montada, equipada e com funcionários treinados abre as portas para o público antes de escolher o franqueado que será o proprietário da loja de pastéis mais famosa de Chapecó/SC 

 Normalmente, quando uma rede de franquias chega a uma cidade pela primeira vez, é porque já vendeu a franquia local a alguém interessado em abrir o próprio negócio, que vai montar a loja e contratar funcionários locais e, somente depois de tudo isso, é que a unidade será aberta ao público. Mas não foi isso que aconteceu com a PASTECA – rede de fast food de pastéis – em Erechim. A empresa resolveu investir por conta própria na loja que será aberta no próximo dia 17 de outubro antes mesmo de saber quem será o franqueado erechinense escolhido para tocar o negócio.

 “A cidade de Erechim é tão importante e estratégica para o nosso plano de expansão, que foi a primeira do Rio Grande do Sul escolhida para ter uma franquia nossa”, explica Míriam Terezinha Fellipe, proprietária da Pasteca, que inicia agora a expansão por todo o Estado, nas cidades de Passo Fundo, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Canoas, Porto Alegre, Santa Maria, Gravataí, Viamão, Rio Grande, Pelotas, Bagé, Santa Cruz do Sul e Pelotas.

Originária de Chapecó, Santa Catarina, a Pasteca é considerada a melhor casa de pastéis da região e agora inicia a seleção de candidatos à franquia de Erechim, que já está montada, funcionando e com funcionários recrutados e treinados para começarem a trabalhar.

“A Pasteca é uma loja típica para pessoas que desejam ter o próprio negócio, mas não querem ter o trabalho de criar um novo conceito e preferem investir numa franquia que já está pronta e faz sucesso onde já está instalada”, acrescenta Miriam, que explica também qual será o perfil do candidato escolhido para a franquia: “Estamos selecionando pessoas maduras, que já tiveram longa carreira profissional e agora querem fazer algo que, ao mesmo tempo lhes traga prazer e que possam envolver toda a família, mas com a segurança de que não será complicado reaprender a trabalhar numa outra área”, completa.
Justamente pelo fato de querer somente franqueados maduros e até em fase pré-aposentadoria é que a PASTECA fez questão de preparar uma verdadeira linha de produção para os pastéis, que funciona quase como uma pequena fábrica: com pouco manuseio – mas muito conhecimento de todo o processo que será passado aos franqueados durante o treinamento – os pastéis saem prontos para serem consumidos em 10 minutos. “Os franqueados recebem a massa pronta, cortada no tamanho do pastel e porções de recheios já pré-definidos. Basta colocar o molho e os temperos e assar ou fritar na hora”, explica Miriam.

Depois de selecionado e aprovado, o franqueado da PASTECA em Erechim iniciará o treinamento e estará apto a começar a trabalhar e atender cerca de 6 mil clientes por mês, tanto nas lojas, que possuem ambiente aconchegante e moderno, como no sistema delivery. O investimento total para abrir uma franquia da Pasteca é de R$ 190 mil, já com a Taxa de Franquia e o faturamento médio é de R$ 60 mil/mês, com uma rentabilidade de 10% para o franqueado.

A PASTECA existe desde 1993, quando Miriam Terezinha Fellipi, formada em Administração de Empresas, largou seu emprego num Frigorífico de Chapecó para assumir o negócio juntamente com sua irmã. Desde essa época, ela sonhava em um dia ter uma rede de franquias, espalhada por todo o território nacional. A rede pretende abrir 45 franquias até 2017, todas na Região Sul do país.

A Pasteca em Erechim fica na Rua Itália, 183 – Centro.

PASTECA – Ficha Técnica

Ano de fundação: 1993
Início do Franchising: 2013
Número de unidades: 3 (Chapecó/SC, Xanxerê/SC e Erechim/RS)
Investimento total com Taxa de Franquia: R$ 190 mil
Taxa de Franquia: R$ 30 mil
Taxa de Royalties: 8% sobre o faturamento bruto
Taxa de Propaganda: 2% sobre o faturamento bruto
Capital de Giro: R$ 15 mil
Faturamento médio mensal: R$ 60 mil
Rentabilidade: 10%
Prazo de Retorno do Investimento: 24 meses
Número de funcionários por loja: 8
Prazo de Contrato: 10 anos
Contato: www.pasteca.com.br


Iniciam na segunda, dia 21, as aulas do Curso Gratuito de Pizzaiolo no CAT São Miguel Paulista

Mais de 900 pizzaiolos já foram formados e as aulas 10ª turma de 2013 iniciam na segunda, dia 21 de outubro

Iniciam dia 21 de outubro na unidade São Miguel Paulista do CAT (Centro de Apoio ao trabalhador) as aulas teóricas da 10ª turma do Curso Gratuito de Pizzaiolos da Dídio Pizza (rede de pizzarias delivery) em parceria com a Semdet (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho), que já formou mais de 900 pizzaiolos.

O curso será dividido em duas partes: entre os dias 21 e 24 de outubro serão ministradas as aulas teóricas na unidade do CAT (Centro de Apoio ao Trabalhador) São Miguel Paulista (Av. Imperador, 1900) das 8h às 17h de segunda a sexta-feira e no dia 25 de outubro será a vez da aula prática na unidade da Lapa da Dídio Pizza (Rua Tito, 1274).

O curso forma trabalhadores para pizzarias com possibilidade de contratação na própria rede Dídio Pizza. A primeira parte do curso ensina boas práticas de manipulação de alimentos, vigilância sanitária, higiene pessoal e ambiental, controle de pragas, compras, recebimento e armazenamento, além de regras de segurança do trabalho. A segunda parte, já na cozinha da Dídio Pizza, vai levar os alunos que tiverem 100% de assiduidade e aproveitamento na fase teórica para, literalmente, colocar a mão na massa e preparar pizzas variadas, aplicando os conceitos que aprenderam.

Os critérios continuam os mesmo para que o aluno passe para a etapa prática do curso, como:
•    Assiduidade e pontualidade em todos os dias do treinamento teórico;
•    Não possuir experiência anterior em cozinhas de pizzarias;
•    Estar fora do mercado de trabalho;

Segundo a nutricionista responsável pelo curso, Adriana Rios, a formação é completa: “quem fizer o curso vai sair sabendo como deve se portar em uma cozinha profissional de pizzarias”, explica. , para que os jovens possam entrar no mercado de trabalho e conseguir uma vaga em uma das mais de 4 mil pizzarias existentes na cidade de São Paulo, que só perde para Nova Iorque no consumo de pizzas.

A Dídio Pizza possui 20 anos de existência no mercado paulistano e é conhecida pelas pizzas com o dobro de recheio das demais do mercado. Com 23 unidades em funcionamento, a rede agora parte para a abertura de lojas no interior paulista e continua sua expansão em diversos bairros de São Paulo com a venda de franquias. A rede é famosa por oferecer suas pizzas com o dobro de recheio, se comparadas às outras pizzarias, e em sabores inusitados, como a de Abobrinha na massa 100% integral, a de Mousse de Maracujá, além da premiada Marguerita com Pepperone.

O CAT, da Semdet, possui 31 postos (fixos e móveis) onde o cidadão paulistano pode encontrar o emprego que procura. Com o curso da Didio Pizza, o profissional terá um instrumento a mais na hora em que procurar uma oportunidade de trabalho no CAT. Aqueles que se destacaram no curso poderão também ser aproveitados pela própria rede, porém, todos os alunos participantes já saem
treinados para atuar em uma cozinha profissional de pizzarias, aptos a trabalhar em qualquer uma das mais de 4 mil existentes na cidade.

Em 2013 a parceria ainda tem mais duas turmas do curso, nos meses de novembro e dezembro. As dos próximos meses serão realizadas nos CATs Luz e Santana, e as inscrições ainda não estão abertas.

CURSO GRATUITO DE PIZZAIOLOS – Dídio Pizza e CAT (Prefeitura de São Paulo)
CAT São Miguel Paulista – INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Aulas:
21 a 24/10 - parte teórica no CAT São Miguel Paulista (Av. Imperador, 1900 – Próximo ao terminal AE Carvalho) das 8h às 17h de segunda a sexta-feira)
25/10- parte prática na Dídio Pizza (unidade da Lapa – Rua Tito, 1274)


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Casa do Notebook faz 25 anos e aposta em lojas de rua em cidades a partir de 50 mil habitantes

Venda de notebooks, tablets e smartphones dispara no mercado brasileiro e carência de estabelecimentos confiáveis para a assistência técnica faz franquia chegar a 50 lojas em 2013


A Casa do Notebook – rede de franquias de assistência técnica e venda de acessórios para notebooks – está comemorando 25 anos e o crescimento constante num mercado onde a carência por este tipo de serviço profissional no varejo é muito grande. A rede, que hoje possui 44 unidades já comercializou mais 6 franquias desde o início desse segundo semestre e está apostando em lojas de rua em cidades a partir de 50 mil habitantes.
“A venda de notebooks ultrapassou a de desktops em 2011. Em 2013 a previsão mundial é de alcançar o total de 207 milhões de notebooks vendidos. Por sua vez, os tablets e smartphones vêm superando todas as expectativas e a Casa do Notebook já oferece serviços de assistência técnica e venda de acessórios e peças para esses portáteis”, explica Paulo Castanho, diretor da empresa.
Segundo Castanho, não é somente o aquecimento do mercado e a falta de mão de obra especializada e confiável que tem feito a Casa do Notebook ser tão procurada no último ano para a venda de franquias. “As lojas são extremamente funcionais e o custo é infinitamente inferior a uma franquia deste segmento”, declara ele. As lojas são pequenas, de 35m² a 50 m² e possuem duas áreas: o atendimento ao cliente, com a recepção dos equipamentos e venda de acessórios e peças e um pequeno laboratório técnico ao fundo.
Com um investimento a partir de R$ 85 mil é possível ter uma loja montada e equipada, com todo o treinamento necessário aos franqueados, em cidades até 200 mil habitantes. Uma característica que também tem atraído muitos investidores à Casa do Notebook é o fato dos franqueados terem total liberdade para fechar contratos e vender produtos de diversos fornecedores, sem precisarem repassar uma porcentagem do faturamento à franqueadora, já que os royalties são fixos. “Além disso, é uma das franquias que possuem a lucratividade mais alta do mercado. Uma loja, cujo faturamento médio é de R$ 30 mil, pode render uma lucratividade de 25% aos franqueados”, detalha Castanho.
 Até o final deste ano, as 6 novas unidades comercializadas serão inauguradas nas cidades de Belo Horizonte/MG, Araguaína/TO, São Bernardo do Campo/SP, Pouso Alegre/MG, Teresina/PI e Santo André/SP. A meta da empresa para 2014 é alcançar 70 unidades em operação e, em 5 anos, chegar a 200 lojas em todo o país. A Casa do Notebook fechou o ano de 2012 com um faturamento de R$ 8 milhões e deve chegar aos R$ 10 milhões até dezembro deste ano.


CASA DO NOTEBOOK - HISTÓRIA
Fundada em 1988 em São Paulo, a Casa do Notebook passou por todas as fases da microinformática: Vendeu PCs e acessórios, ofereceu cursos de dBase e Lotus 123, desenvolveu sistemas administrativos em Clipper, implantou redes Novell, seguindo as necessidades e as tendências do mercado. Mas foi em 1992 que ocorreu a grande mudança. A consultoria a uma grande rede de restaurantes possibilitou uma viagem aos Estados Unidos, onde os diretores da empresa puderam observar o sucesso da computação portátil. Os laptops começavam a se tornar uma nova tendência, e peça chave para os executivos que faziam viagens de negócios. Voltando ao Brasil, a decisão já estava tomada e a ideia era focar num segmento novo e de futuro e seus sócios resolveram registrar a marca “Casa do Notebook”.

Casa do Notebook – Ficha Técnica
Investimento total (com Taxa de Franquia):
R$ 85 mil – para cidades até 200 mil habitantes
R$ 105 mil – para cidades acima de 200 mil a 500 mil habitantes
R$ 125 mil – para cidades acima de 500 mil habitantes
Taxa de franquia:
R$ 35 mil  - para cidades até 200 mil habitantes.
R$ 45 mil – para cidades entre 200 mil e 500 mil habitantes.
R$ 60 mil – para cidades acima de 500 mil habitantes e Capitais
Taxa de Royalties:
R$ 1.440,00 - para cidades até 200 mil habitantes
R$ 2.400,00 – para cidades acima de 200 mil até 500 mil habitantes
R$ 2,880,00 – para cidades acima de 500 mil habitantes
Capital de Giro: R$ 20 mil
Faturamento médio mensal: R$ 30 mil
Lucratividade: 25%
Prazo do retorno do investimento: 24 meses
Número de funcionários por loja: 3
Prazo de Contrato: 4 anos
Contato: www.casadonotebook.com.br


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Último final de semana para ver a peça "Senti um vazio..."


Termina esse final de semana a temporada da peça “Senti um Vazio no começo, quando o coração foi embora, mas agora está tudo bem”


Último final de semana para conferir o espetáculo "Senti um vazio...". Em cartaz desde o dia 06 de setembro a peça da dramaturga Lucy Kirkwood com direção de Mônica Granndo tem apenas mais 3 apresentações na Sala Experimental do Teatro Augusta em São Paulo, hoje, amanhã e domingo.

Montagem da Cia. do Ator Careca a peça trata do polêmico tema tráfico humano e leva o espectador para “dentro da cena”, aproveitando o espaço intimista da Sala Experimental do Teatro Augusta. O espectador pode sentir de muito perto o drama da personagem.

No espetáculo, a atriz Marcela Grandolpho dá vida à personagem Dijana, uma jovem traficada que se torna escrava do sexo e espera juntar dinheiro para pagar seu cafetão e retomar sua liberdade.

A história é contada a partir de fragmentos de memória, delírios e desejos de Dijana em busca “pagar” sua liberdade contando cada camisinha usada e contabilizando quanto falta para resgatar seu passaporte e reencontrar sua filha perdida.

“Senti um Vazio...”, mostra o tráfico humano com uma mistura de drama sem censura e com pitadas de um humor doloroso. Fica em cartaz somente até dia até 13 de outubro na Sala Experimental do Teatro Augusta. Sextas as 21h30, sábados as 21h00 e domingos as 19h00.

Serviço:

Senti um vazio no começo quando o coração foi embora mas agora está tudo bem
Texto: Lucy Kirkwood
Direção: Mônica Granndo
Tradução: Alberto Guiraldelli
Elenco: Marcela Grandolpho, Alberto Guiraldelli, Karina Zichelle, Fabul Henrique
Duração: 70 minutos
Recomendação: 14 anos
Local:
TEATRO AUGUSTA - SALA EXPERIMENTAL – Rua Augusta, 943
Somente até 13 de Outubro
Sextas às 21h30, Sábados às 21h, Domingos às 19h
Ingressos: R$35,00 (Estudantes, maiores de 60 anos e classe teatral têm 50% de desconto).
Aceita todos os cartões de crédito.
Telefone: (11) 3151-4141
Vendas pelo sistema ingresso rápido pelo telefone 4003-1212 ou site www.ingressorapido.com.br

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Santa Catarina: cidades mais promissoras para abrir uma franquia

Pesquisa aponta cidades de Santa Catarina mais promissoras para abrir uma franquia

Várias empresas franqueadoras, de diversos setores, estão de olho no interior catarinense para abertura de novas unidades ainda este ano

A RIZZO FRANCHISE – maior empresa de pesquisas do setor de Franchising da América Latina – acaba de divulgar o ranking das cidades do Estado de Santa Catarina mais promissoras para instalar uma franquia. O estudo, que faz parte da pesquisa: “100 melhores mercados para franquias no Brasil” aponta 4 cidades catarinenses com maior potencial para franquias. São elas:


Cidade
Colocação no ranking
Catarinense
Colocação no ranking
Nacional
Florianópolis
1º lugar
24º lugar
Joinville
2º lugar
36º lugar
Blumenau
3º lugar
50º lugar
Criciúma
4º lugar
92º lugar


O estudo da Rizzo Franchise também revela que o Estado de Santa Catarina é o 6º no ranking nacional dos Estados Brasileiros com mais franqueadores do Brasil. Estado possui hoje 103 empresas de origem catarinense, que hoje possuem franquias em todo o país e, todas elas, juntas, já abriram 2.198 unidades em diversas localidades.
    A maior parte desses franqueadores concentra-se no setor de Vestuário (23,3%), seguido pelo setor de Alimentação, onde estão 20,4% do total de franqueadores. Em terceiro lugar está o setor de Mobiliário & Decoração, onde estão 8,7% dos franqueadores do Estado.
    As franquias catarinenses geram hoje 13.421 empregos diretos em todo o Brasil – 708 a mais do que em 2012 somente neste primeiro semestre. O faturamento do Franchising de Santa Catarina já é de R$ 1,2 bilhões.

Franquias de olho em cidades Catarinenses para expandir

O crescimento do Franchising de Santa Catarina tem feito com que muitas franqueadoras coloquem as cidades do Estado como prioridade para expansão este ano. São elas:

PASTECA – rede de franquias de fast food de pastéis, de origem de Chapecó/SC, atualmente possui 2 unidades – uma em Chapecó, uma em Xanxerê/SC e inaugura sua terceira unidade em Erechim/SC. O plano de expansão da empresa está concentrado na Região Sul do país e em Santa Catarina, a franquia vai abrir novas unidades em: São José, Florianópolis, Balneário Camboriú, Itajaí e Blumenau.
A Pasteca é uma franquia típica para maiores de 50 anos e pessoas em fase de pré-aposentadoria. . O investimento total para abrir uma franquia da Pasteca é de R$ 190 mil, já com a Taxa de Franquia e o faturamento médio é de R$ 60 mil/mês, com uma rentabilidade de 10% para o franqueado.
Informações sobre a franquia: www.pasteca.com.br

PRIMICIA – rede de franquias de malas e acessórios, que depois de 60 anos de mercado, resolveu expandir através da venda de franquias e está de olho nas 4 cidades mais promissoras de Santa Catarina para a abertura de novas lojas: Florianópolis, Joinville, Blumenau e Criciúma. O investimento para abrir uma franquia é de R$ 395 mil. Cada loja está programada para um atendimento de cerca de 800 clientes ao mês e faturamento médio mensal de R$ 120 mil, com uma rentabilidade que fica entre 10 e 14% para os franqueados.
Informações: www.primicia.com.br


OFICINA BRASIL – rede de franquias de serviços automotivos, com mais de 50 unidades. Seu interesse principal é a cidade de Florianópolis.  Com um investimento que varia de R$ 300 a R$ 400 mil é possível abrir uma franquia da Oficina Brasil de 250 a 300 m², projetadas para um faturamento médio de R$ 100 mil/mês e uma média de 15 a 18% de lucratividade.
Informações: www.redeoficinabrasil.com.br



terça-feira, 8 de outubro de 2013

Curso gratuito de pizzaiolo - inscrições começam 09/10

Dídio Pizza em parceria com Prefeitura de São Paulo abre novas inscrições para curso gratuito de pizzaiolos


Mais de 900 pizzaiolos já foram formados e as inscrições para o curso de Outubro que acontece no CAT São Miguel Paulista começam nesta quarta-feira, dia 9

Estão abertas as inscrições para mais um curso gratuito de pizzaiolos. As aulas iniciam dia 21 de outubro em São Paulo. A iniciativa é resultado da parceria entre a Dídio Pizza (rede de pizzarias delivery) e a Semdet (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho), que já formou mais de 900 pizzaiolos e agora abre mais 50 vagas para a décima turma de 2013. As inscrições vão até o dia 16 de outubro.

O curso será dividido em duas partes: entre os dias 21 e 24 de outubro serão ministradas as aulas teóricas na unidade do CAT (Centro de Apoio ao Trabalhador) São Miguel Paulista (Av. Imperador, 1900) das 8h às 17h de segunda a sexta-feira e no dia 25 de outubro será a vez da aula prática na unidade da Lapa da Dídio Pizza (Rua Tito, 1274).

O curso forma trabalhadores para pizzarias com possibilidade de contratação na própria rede Dídio Pizza. A primeira parte do curso ensina boas práticas de manipulação de alimentos, vigilância sanitária, higiene pessoal e ambiental, controle de pragas, compras, recebimento e armazenamento, além de regras de segurança do trabalho. A segunda parte, já na cozinha da Dídio Pizza, vai levar os alunos que tiverem 100% de assiduidade e aproveitamento na fase teórica para, literalmente, colocar a mão na massa e preparar pizzas variadas, aplicando os conceitos que aprenderam.

Os critérios continuam os mesmo para que o aluno passe para a etapa prática do curso, como:
•    Assiduidade e pontualidade em todos os dias do treinamento teórico;
•    Não possuir experiência anterior em cozinhas de pizzarias;
•    Estar fora do mercado de trabalho;

Segundo a nutricionista responsável pelo curso, Adriana Rios, a formação é completa: “quem fizer o curso vai sair sabendo como deve se portar em uma cozinha profissional de pizzarias”, explica. , para que os jovens possam entrar no mercado de trabalho e conseguir uma vaga em uma das mais de 4 mil pizzarias existentes na cidade de São Paulo, que só perde para Nova Iorque no consumo de pizzas.

A Dídio Pizza possui 20 anos de existência no mercado paulistano e é conhecida pelas pizzas com o dobro de recheio das demais do mercado. Com 23 unidades em funcionamento, a rede agora parte para a abertura de lojas no interior paulista e continua sua expansão em diversos bairros de São Paulo com a venda de franquias. A rede é famosa por oferecer suas pizzas com o dobro de recheio, se comparadas às outras pizzarias, e em sabores inusitados, como a de Abobrinha na massa 100% integral, a de Mousse de Maracujá, além da premiada Marguerita com Pepperone.

O CAT, da Semdet, possui 31 postos (fixos e móveis) onde o cidadão paulistano pode encontrar o emprego que procura. Com o curso da Didio Pizza, o profissional terá um instrumento a mais na hora em que procurar uma oportunidade de trabalho no CAT. Aqueles que se destacaram no curso poderão também ser aproveitados pela própria rede, porém, todos os alunos participantes já saem
treinados para atuar em uma cozinha profissional de pizzarias, aptos a trabalhar em qualquer uma das mais de 4 mil existentes na cidade.

CURSO GRATUITO DE PIZZAIOLOS – Dídio Pizza e CAT (Prefeitura de São Paulo)
Inscrições: do dia 09 ao dia 16/10 – gratuitamente – no próprio CAT São Miguel Paulista, mediante apresentação do RG, CPF, nº do PIS e Carteira de Trabalho.

Aulas:
21 a 24/10 - parte teórica no CAT São Miguel Paulista (Av. Imperador, 1900 – Próximo ao terminal AE Carvalho) das 8h às 17h de segunda a sexta-feira)
25/10- parte prática na Dídio Pizza (unidade da Lapa – Rua Tito, 1274)

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

As vantagens e os cuidados de uma franquia para trabalhar em casa

Especialista aponta crescimento deste setor, mas alerta que é fundamental o apoio do franqueador para o negócio ter sucesso

Identificação total com o negócio e pesquisa minuciosa para verificar qual é o suporte dado aos franqueados. Essas são as principais recomendações do especialista em franquias, da Rizzo Franchise, Marcus Rizzo, quando o assunto é a escolha de uma franquia tipo home based, ou seja, que não necessitam de investimentos com o ponto comercial e os franqueados podem trabalhar em casa.
    Segundo o especialista, este setor é um dos que mais vêm crescendo nos últimos anos. "Estas franquias oferecem soluções móveis e permitem a diminuição de custos de possuir lojas ou escritórios, mas minha recomendação é que o candidato não busque a franquia por indicação ou mesmo como uma simples oportunidade de investimento, mas que busque um negócio com o qual ele se identifique - aquele negócio com o qual ele terá que conviver pelo menos nos próximos 10 anos de sua vida, todos os dias", aconselha Rizzo. “Além disso, por serem franquias onde o franqueado estará sem uma equipe e trabalhando sozinho, o candidato deve pesquisar bastante qual é o suporte dado pelo franqueador, fator fundamental para ter sucesso na operação”, completa.
   Marcus Rizzo também elencou as principais vantagens e desafios de uma franquia Home Based:

Vantagens e desafios:
1-    Investimento menor do que as franquias que exigem a instalação de um ponto comercial. Porém, o franqueado deverá prestar atenção em custos que podem estar embutidos no dia-a-dia do negócio, como:
- Serviços específicos oferecidos e as ferramentas para prestar estes serviços;
- Alterações necessárias para converter o espaço em casa para espaço de trabalho;
- Custos de licenças do negócio;
- Despesas com veículos.

2-    Maior controle do tempo, já que, ao trabalhar em casa, o franqueado poderá controlar melhor o seu tempo e as atividades, de forma a encaixar em sua rotina outras prioridades pessoais. Por outro lado, essas vantagens podem trazer outros desafios, como:
- Não ter a obrigatoriedade e disciplina de quem administra uma loja com funcionários exige autocontrole para ignorar distrações diárias e se concentrar em seu negócio durante o dia;
- Franqueados de um negócio com base em casa devem estar preparados para assumir o papel de presidente, secretário, gerente de escritório e atendimento ao cliente, ao mesmo tempo e com grande versatilidade;
- Manter o trabalho e a vida: um desafio para franqueados saberem fazer a distinção adequada entre as obrigações profissionais e as pessoais;
- Isolamento: franquias home based tendem a isolar o franqueado, que deve considerar a importância de envolver outros na atividade.

Exemplos de franquias Home Based

Hoje no mercado existem muitas opções de franquias para trabalhar em casa, em diversos setores, como limpeza, consultoria, tecnologia, serviços, eventos, ensino, etc. Alguns exemplos:

BagNews – franquia de publicidade em sacolas e embalagens ecologicamente corretas, como sacolas, sacos de pão e caixas de pizza. Os franqueados vendem publicidade através de anúncios nas embalagens, que por sua vez são distribuídas gratuitamente no comércio de sua região, para que os comerciantes entreguem seus produtos ao consumidor. Com um investimento a partir de R$ 25 mil e um faturamento que gira em torno de R$ 18 mil ao mês e uma rentabilidade de 35%, os franqueados da BAGNEWS são isentos de Royalties nos primeiros 3 meses de operação, além de não pagarem Taxa de Propaganda, o que também aumenta o ganho mensal.
Informações: www.bagnews.com.br

ERA – Expense Reduction Analysts, uma franquia de consultoria de redução de custos para empresas, onde os franqueados podem prestar serviços nas empresas clientes, com apenas um escritório montado em casa. Os franqueados fazem seu próprio horário, sem a necessidade de ter que abrir a empresa e não trabalham nos fins de semana, como é comum nas franquias de varejo. O investimento é de R$ 125 mil e o faturamento mensal é de cerca de 15 a 20 mil, mas a grande vantagem é a lucratividade, que pode chegar até 50% ao mês.
Informações: www.expensereduction.com


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Coxinhas de brigadeiro e doce de leite agora são oportunidades de franquia

Primeiro fast food de coxinhas a lançar as coxinhas doces, com massa especial e recheio de brigadeiro e doce de leite, agora está disponível para quem quer abrir uma franquia diferente e com alta lucratividade


Elas são servidas num cone, onde podem ser colocadas 12 unidades de coxinhas salgadas ou doces, dependendo da fome ou da vontade de comer um doce no meio do dia. A Coxinha Du Chef é a primeira empresa a desenvolver e lançar no mercado as coxinhas doces com recheios de brigadeiro e também de doce de leite. Em espaços compactos de 40m², em locais com grande circulação de pedestres, as  lojas estão sendo abertas em diversas localidades e agora estão disponíveis para quem quer abrir uma franquia inédita no mercado.
O conceito foi desenvolvido para ser uma opção de snack a qualquer hora do dia e com preços bem populares para pessoas de qualquer idade que caminham a pé ou de transporte público para o trabalho ou estudo e não querem parar para comer. Em apenas 2 minutos, o cone com 12 coxinhas é servido ao cliente pelo preço de R$ 3,50 cada. As opções de sabores vão desde as coxinhas mais tradicionais (frango, queijo e calabresa), até a exclusiva “bife à parmegiana” e as doces. “Queríamos fazer um produto para ninguém ter que perder tempo para comprar algo gostoso e pudesse comer dentro de um metrô, ônibus, trabalho e até enquanto caminha pela rua. Quem preferir levar para casa, também pode contar com a opção de 60 coxinhas em embalagens térmicas de isopor”, explica Rodrigo Sampaio Mendes, um dos proprietários.
Com 3 lojas próprias, todas na capital paulista inauguradas este ano – 1 no centro e 2 em Santo Amaro – a Coxinha Du Chef vai inaugurar mais uma unidade ainda este mês – no bairro da Lapa – e parte agora para a expansão através da venda de franquias, com a abertura de mais 2 lojas ainda este ano e 100 unidades em 2014.
A Coxinha Du Chef é uma oportunidade de negócio para quem deseja sucesso na venda de produtos praticamente sem concorrência no mercado de alimentação. Com um investimento de R$ 110 mil, os franqueados recebem a loja completamente montada e todo o treinamento necessário para começar a trabalhar em no máximo 30 dias.
Até o mês de julho de 2013, a pequena rede formada com apenas 3 lojas próprias já faturaram juntas R$ 280 mil e a previsão de crescimento até o final do ano é de 30%. Cada loja está projetada para um faturamento médio de R$ 40 mil mensais, com uma lucratividade de cerca de 15% para o franqueado.
Além das coxinhas salgadas e doces, complementam o mix de produtos os sucos de laranja e uva, refrigerantes, água, café, café com leite, chocolate e capuccino, além de bolo em pedaços. A expansão, nesta primeira etapa de lançamento da franquia, está concentrada em diversos bairros da capital paulista.

Coxinha Du Chef – Ficha Técnica

Investimento total (com Taxa de franquia) – R$ 110 mil
Taxa de Franquia – R$ 30 mil
Taxa de Royalties – 5% sobre o faturamento bruto
Taxa de Propaganda – 2% sobre o faturamento bruto
Capital de Giro – R$ 20 mil
Número de funcionários – 3 a 4
Faturamento médio mensal – R$ 40 mil
Lucratividade - 15%
Prazo do retorno do Investimento - 18 meses
Tempo de contrato – 5 anos
Informações: www.coxinhaduchef.com.br